terça-feira, 11 de maio de 2021

Você sabe o que é ser uma “it girl”?

 

Você sabe o que é ser uma “it girl”? 

Descubra se você é e como mudar



Você acorda e não faz a menor ideia do que vestir: a única coisa que a preocupa é como vai domar os cabelos. Então, o que usará pouco importa: escolhe o primeiro jeans que aparece e combina com a t-shirt básica que praticamente anda sozinha. Até acha interessante acrescentar um maxicolar, mas não se atreve a pendurar um acessório daquele tamanho no pescoço.

Nunca ouviu falar do BB cream – muito menos do CC cream –, mas arrisca passar um batom vermelho de vez em quando. E, quando passa, se acha estranha. Também acha que andar de salto alto é um castigo. Considera um ato heroico de quem se atreve a subir em cima dele.
Você não faz a mínima do que significa ser uma "it girl". Não sabe o que é ser it e, às vezes, muito menos o que é ser girl. Nunca ouviu falar de Olivia Palermo nem assistiu as 25 maneiras de usar lenços no canal de Wendy’s Lookbook no YouTube. Prefere ser aquela que deixa esmalte lascado nas unhas e fala de maneira rude, mascando chicletes o tempo todo. De it você não quer nada, prefere ser uma "normal girl".
Quem quer ser “it”?
A expressão it girl nunca esteve tão em alta. As its, como são chamadas, são referências por sua maneira de agir e vestir e donas de um grande poder de influência. Mas, apesar de algumas estarem em evidência no século 21, outras fizeram história bem antes.
É o que aponta a jornalista Bruna Gonçalves. Ela afirma que o termo foi usado pela primeira vez há oito décadas com Clara Bow, no filme "It", de 1927. Ela relata que tanto a personagem como a atriz chamaram a atenção da escritora Elinor Glyn, que definiu it como algo que "poucas mulheres têm, que as torna diferentes, carismáticas e de que elas não são conscientes".
Ao contrário do que as pessoas pensam, ser it vai além do saber se vestir e andar em cima de um salto 12: é um conjunto. Envolve a maneira de se relacionar com as pessoas e, principalmente, o modo de lidar consigo mesma.
Sem pudores, a cantora Rihanna, longe de ser um exemplo assertivo para alguém, sabe o que é ser it e como lançar hits. Raspou a cabeça em um dia e, no outro, adeptas do mundo inteiro copiaram seu estilo. A última foi dar o ar da graça praticamente nua, ao eleger como look um vestido transparente, de cristais. De quebra, ganhou o título de ícone fashion do mundo. "Desde pequena me recordo que a moda sempre foi meu mecanismo de defesa", declarou a caribenha de 26 anos. Defesa contra o quê? Qual seria a raiz por trás de tanta rebeldia? O que ela esconde ao usar tantos decotes, transparências e pouco pano? Colecionadora de atitudes questionáveis, Rihanna nos faz pensar qual é o limite, já que aparenta não ter freios. Não esconde sua apologia inconsequente ao "sexo, drogas e rock-n'-roll" sem um pingo de constrangimento. Quais surpresas ela ainda será capaz de causar? Depois do que vimos, acho que nenhuma. Por isso está claro: uma it girl influencia e muito. No caso de Rihanna, negativamente.

A questão é que existem mulheres que influenciam pouco ou simplesmente não influenciam nada. Até reconhecem os danos que Hollywood causa na autoestima feminina e se incomodam com os clones nascidos de Rihanna, mas não fazem nada para se impor e motivar positivamente outras mulheres. Saiba que para ser uma it não será preciso chegar ao extremo de raspar o cabelo nem ser exibicionista. Muito menos entupir seu armário de modelos da Chanel, aposentar seu Converse e frequentar a high society. Também não basta comprar o último lançamento da moda ou ser uma cópia barata das tendências. É preciso ter originalidade e atitude.
Que tal sair da zona de conforto? Aprenda como usar aquela camisa branca com o boyfriend jeans e sandália pesada e repaginar a produção. Colecione fotos de looks de que mais goste e traga novidades para o seu estilo. Não seja dominada pelo medo: arrisque novas combinações. E, principalmente, solte a criatividade e não tenha receio de ser você mesma.





Com a coordenação do Pastor Geraldo Vilhena, em parceria com a Fundação CASA (antiga Febem) e a AMC- Associação das Mulheres Cristãs,promoveram um evento comemorativo ao Dia dos Pais no último domingo na UI-IPÊ 22 , zona sul de S. Paulo. Juntos, realizaram uma tarde de trabalhos sociais, educativos e recreativos.Na ocasião, foram oferecidos aos adolescentes e familiares que compareceram ao local, atendimento para obtenção de documentos, cabeleireiros,aferição de pressão arterial,além de palestras sobre reaproveitamento dos alimentos,DST-AIDS , prevenção de cáries e higiene bucal. A apresentação musical contou com a participação da cantora de músicas de repertório Gospel, Ísis Regina,envolvendo a todos com aprazíveis canções. O final do evento foi marcado pela distribuição de diplomas de congratulação aos pais, e também sorvetes que foram ofertados para todos os presentes.Participaram da confraternização cerca de 130 jovens internos e familiares, entre outros.Na ocasião , a coordenadora pedagógica Vera Lúcia de Oliveira Lima Souza, ressaltou a importância desse acontecimento numa data significativa como o Dia dos Pais,pois faz com que o adolescente venha a refletir na Palavra de Deus,que renova os pensamentos, amenizando assim o sofrimento e a solidão de muitos, e aprendendo a valorizar a importância da família presente.Destacou ainda que a confraternização envolve a todos,tornando-se assim um trabalho multiplicador,ou seja, mesmo depois do término do evento, todos se lembrarão dos bons momentos aqui transcorridos , os quais serão divulgados a outras pessoas, que passam a enxergar os jovens com outra visão.










































Que Deus abençoe a todos.

segunda-feira, 10 de maio de 2021

Como envelhecer bem e sem medo

 Como envelhecer bem e sem medo
Não podemos parar o tempo, mas é possível amadurecer com beleza e qualidade de vida
publicado em 15/01/2017 às 00:05.


Por Débora Vieira / Foto: Fotolia

 






Segundo uma pesquisa recente da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (Isaps, na sigla em inglês), em 2015, o Brasil foi considerado o segundo país em número de procedimentos cirúrgicos. Poder melhorar a aparência ou parecer mais jovem é um avanço da ciência e ajuda muitas mulheres. Entretanto, a medida mais eficaz para envelhecer bem é adotar hábitos saudáveis desde cedo.


A médica Andrea Prates, especialista em geriatria e gerontologia e mestre em Promoção de Saúde pela Universidade de Londres, diz que beleza é importante, mas vem de dentro para fora. “As mulheres ficam preocupadas com os tabus relacionados à beleza e sinais externos do envelhecimento, mas deixam de olhar para o que acontece dentro do corpo”, destaca.


Ela explica que muitas querem manter a juventude a qualquer custo, entretanto, têm uma percepção errada do envelhecimento. “Ele é um processo natural que ocorre ao longo da vida. As pessoas que se cuidarem mais estarão melhores na velhice. Não se pode enxergar a velhice como uma fase de peso ou declínio. Na verdade, ela é o resultado de como vivemos”, aconselha.


“Os principais hábitos que prejudicam o envelhecimento saudável são sedentarismo, obesidade, fumo, consumo de álcool, estresse e isolamento social”, pontua. Confira nos quadros dicas da especialista que auxiliam na longevidade.


• Pele – Não se exponha ao sol no período entre 10h e 17h. Use filtro solar todos os dias, pois ele evita a formação de rugas e manchas, além de prevenir contra o câncer de pele, o tipo que mais atinge as mulheres no Brasil. A hidratação da pele começa dentro do organismo: tome dois litros de água ou

chá diariamente.


• Corpo – Faça uma alimentação variada, rica em grãos e alimentos integrais. Pratique um exercício físico que você goste regularmente. Atividades aeróbicas, como caminhada, natação ou ginástica, são benéficas ao coração. Com o passar do tempo, há uma perda de massa muscular e para mantê-la é indicado fazer musculação.


• Ossos – Depois da menopausa, há uma tendência de a mulher perder massa óssea e isso pode causar osteoporose. Para evitar esse problema, recomenda-se a ingestão adequada de cálcio, encontrado no leite e derivados, nos vegetais de cor verde-escura e em peixes, como salmão e sardinha. Outra dica é realizar exercícios físicos que tenham contato

com o chão.


• Sono e memória – Com a idade podemos perder alguns neurônios e precisamos fazer novas conexões entre eles, o que acontece quando aprendemos coisas novas. Dormir bem também ajuda a manter uma boa memória. Organize suas tarefas para preservar o tempo de sono. Desligue os eletrônicos algumas horas antes de dormir.


• Vida social – Faça amigos, construa uma rede de apoio e afeto e reserve tempo para o lazer, pois ele auxilia na redução

do estresse.


• Autoestima – A mulher madura precisa reconhecer seu valor e entender que há beleza em todas as fases da vida. Se envelheceu, significa que já construiu sua família, adquiriu experiências e sabe lidar melhor com as adversidades. Ganhar mais anos de vida é uma conquista e um privilégio. Então, não sofra com isso, aproveite mais essa etapa.


O Godllywood visa auxiliar mulheres em toda e qualquer situação, desde que ela deseje realmente ser auxiliada e moldada para uma mulher melhor. Conheça mais sobre o grupo e saiba como participar dos projetos clicando aqui.



A chuva não impediu a UNIVERSAL, realiza um almoço para as famílias dos internos da Fundação CASA.


A manhã do último domingo dia 06 /09 nem a chuva pode parar os voluntários da UNIVERSAL, com muito carinho e amor realizaram  um almoço para as famílias dos internos da Fundação Casa de São Vicente. O almoço, como era de se esperar, estava espetacular!  Um momento super especial na vida de todos familiares dos internos. Esteve presente o cantor Junior Reis que cantou louvores para adorar o Senhor Jesus, contagiando aos presentes. O cantor Junior Reis aproveitando a oportunidade conta o seu testemunho quando estava na criminalidade e como teve um encontro com Deus, e sua transformação de vida quando ele usou a fé no Senhor Jesus.





Dando seqüência ao evento o Coordenador Geral de evangelização na Fundação CASA de São Paulo, Pastor Geraldo Vilhena deu uma palavra de fé conscientizando as famílias que o problema de seus filhos é extremamente espiritual e que só a fé no Senhor Jesus pode livra-los de todo o mal.






Depois o voluntário da UNIVERSAL Everaldo conta o seu testemunho de transformação de vida e como hoje a vida dele esta transformada e entregue a Deus.

A voluntária também da UNIVERSAL Selma conta o seu testemunho como o Senhor Jesus transformou a sua vida e o seu caráter, a transformação que foi feita de dentro para fora e que hoje vive nos caminhos da Fé,



Logo em seguida o Pastor Geraldo Vilhena  junto com os voluntários fazem uma oração da fé para que as famílias tivessem uma libertação , depois leva a todos os presentes a entregar a sua vida para o Senhor Jesus,





 na seqüência o teatro da UNIVERSAL na Fundação Casa apresentou uma peça (A morte e o empresario) que conta a historia de um homem ,que só pensava em trabalho,mas quando se deparou com a morte,muda completamente seus conceitos,









Para finalizar o evento foi servido um delicioso almoço.

segunda-feira, 19 de abril de 2021

Apoio às jovens mães

 Apoio às jovens mães



Além do risco de ter um parto antes da hora, a imaturidade e a indiferença da família também fazem parte da rotina das mães mais jovens. A opinião é de Danielle Carotti, coordenadora nacional do Projeto T-Amar, iniciativa da Universal que ajuda mães solteiras e mães adolescentes.
“Muitas jovens escondem a gravidez por muito tempo e não fazem pré-natal. Outras se sentem abandonadas pelo pai da criança, que às vezes não assume o filho. A jovem fica perdida e acha que a vida acabou”, avalia Danielle.
Essas foram as sensações experimentadas por Daniele dos Santos Alves, de João Pessoa (PB), ao descobrir que estava grávida. Na época, faltava pouco tempo para ela completar 16 anos de idade e a gravidez não estava nos seus planos. “Eu não sabia o que fazer da minha vida, nunca tive orientação da minha mãe. Sempre morei com o meu pai. Eu buscava conforto nas drogas, costumava usar maconha, cocaína e cigarro com o pai do meu filho”, relembra.
A falta de recursos financeiros também assombrava Daniele. “Eu não trabalhava, não tinha como me sustentar e me sentia discriminada pelas pessoas por ser jovem e estar grávida”, diz.
Os rumos da história dela só começaram a mudar no quarto mês de gestação, após um convite para participar do projeto T-Amar. “Um dia fui convidada a participar do T-Amar e tive curiosidade de ir. Lá, recebi o carinho e a atenção como se fosse da mãe que eu nunca tive. As voluntárias me explicaram a importância de fazer o pré-natal direitinho. Também participei de palestras com a assistente social, tomei ciência do risco das drogas e aprendi sobre métodos contraceptivos”, explica.
Com o apoio do projeto, Daniele conta que conseguiu abandonar de vez os vícios e passou a ter mais cuidado com a saúde dela e do bebê. O resultado foi uma gravidez saudável. “Se eu não tivesse passado pelo T-Amar sabe-se lá se meu filho estaria vivo. Aprendi a me valorizar e a valorizar meu filho. Agora, quero voltar a estudar e conseguir um emprego”, destaca a jovem, que hoje tem 17 anos.
“Com o projeto T-Amar temos levado apoio, conscientização e acima de tudo a fé que transforma! Se antes a jovem mãe era insegura, carente e perdida, hoje ela se descobre uma jovem decidida, forte e que sabe o que quer. O filho inesperado já veio, agora não adianta se lamentar, culpar ou desprezar a criança; é hora de assumir suas responsabilidades, levantar a cabeça, seguir em frente e não cair mais no mesmo erro”, conclui a coordenadora nacional do projeto, Danielle Carotti.





Em uma tarde de domingo o grupo T-Amar do Godllywood fizeram uma vista para as internas da Fundação CASA.
Foram feitas palestras em três unidades e um atendimento na Casa das Mães.

Filhos das internas da Fundação Casa.


Uma porta pesada de ferro se abre. Um guarda, um detector de metais e uma cabine blindada aparecem. Mais alguns passos, e o barulho da porta se fechando identifica que daquele lugar não entra e sai quem quer. Um caminho de concreto, mais algumas portas, mais um ou dois guardas, mais um portão fechado. Através das grades é possível ouvir bebês e vozes de adolescentes. Lá, o clima tenso desaparece e, às vezes, dá para esquecer que se está em uma Unidade Feminina de Internação Provisória (UIP) da Fundação Casa, ex-Febem. Em poucos metros quadrados funciona a Casa das Mães, que separa adolescentes grávidas e com bebês das outras internas. Ao todo, a unidade abriga 118 meninas de 12 a 20 anos incompletos, e o tempo médio de internação é de 1 ano e meio. No momento da visita, algumas meninas pintavam quadros, outras faziam pães e doces em uma grande cozinha. ” Até março de 2006, as meninas que entravam grávidas na Fundação Casa eram levadas a um abrigo assim que os bebês nasciam e lá ficavam com os filhos por 4 meses. Após esse período, as mães voltavam para a internação e os filhos iam para a família da menina ou para um orfanato. Grande parte das meninas fugia e nem voltava para a Febem. A Casa das Mães, com 12 vagas, não supre a demanda de todo o Estado, mas é a única em São Paulo e possibilitou que os bebês fiquem com as mães até o final da medida sócio-educativa. “Aqui é feito o pré-natal, há acompanhamento psicológico. Os bebês são tratados no posto de saúde da região, tomam as vacinas e não lhes faltam alimentos, roupas e estrutura”, conta Maria Isabel Melo, diretora do Internato Feminino, que fica no bairro da Mooca, zona leste da capital paulista. As roupas e brinquedos chegam através de doações e, por vezes, são trazidos por familiares das meninas. Ali, os bebês ficam 24 horas ao lado das mães. O quarto grande é coletivo, com berços ao lado das camas. As meninas lavam a própria roupa e a dos filhos, ajudam na comida, na limpeza e têm oficinas de panificação, manicure e, a mais procurada, de bordado. Maria Isabel explica que as adolescentes que chegam grávidas têm geralmente o mesmo histórico: “O tráfico é o motivo mais comum. Geralmente, é por amor. Elas se envolvem na vida dos companheiros e quando elas vêm para cá, eles são presos. A maioria já tem filhos de outros relacionamentos”, diz. Essa é a história de J., 17 anos. Há poucos dias na unidade, está grávida de 38 semanas e conta que deixou uma filha de 3 anos com a mãe. Esse é seu maior sofrimento. “Minha mãe cuida bem, mas disse que não vem me visitar nem trazer minha filha, porque preciso pagar pelo que fiz. Entrei para o tráfico porque era o caminho mais rápido para comprar as coisas que eu queria. Mas nem de perto é o caminho mais fácil”, diz, amadurecida pela realidade. E para o futuro? J. faz uma pausa de silêncio enquanto mexe na longa trança de cabelos negros: “Quero conhecer pessoas que me ajudem não com dinheiro, mas com um ombro. Quero cuidar da minha família, dos meus filhos”. E o pai? “O pai da minha filha é do crime. E o pai do meu filho está preso”. Para o psicólogo Rubens Maciel, as meninas que vão para a Fundação Casa têm a família desestruturada ou vivem em situação de miséria. “Elas saem de casa porque o convívio com os pais e irmãos é degradante, violento. E, não encontrando segurança em casa, vão procurar esse carinho em um namorado que também vem de uma situação semelhante”, explica. Por esse quadro caótico, Maciel acredita que a situação dos bebês que nascem atrás das grades é relativa. “Se você comparar com a rua, eles estão em uma situação melhor, porque nada falta, estão num ambiente seguro. Mas, se comparada à situação de uma família estruturada, eles estão em uma condição pior, porque estão privados de liberdade por um delito cometido pela mãe”. É o caso da bebê de G. (de 18 anos), interna há 1 ano e 4 meses. “Ela está engatinhando e quer ir para fora, vai até o portão e quer sair”, conta. O caso dela é o mais grave entre as oito meninas que ocupam a Casa das Mães. Após alguma resistência, conta que cometeu latrocínio, roubo seguido de morte. Ela também estava com o marido no momento do crime e ainda tem 3 ou 4 meses como interna para cumprir. Quando sair, pretende ir morar com a sogra no interior e aceitar qualquer trabalho. “Não posso ficar escolhendo, né?”, diz a adolescente. Sobre sonhos e o futuro, elas não falam. Dão respostas vagas. O fato é que as meninas estão entrando para o crime cada vez mais cedo. Em 2000, a idade média das internas era de 18 anos. Hoje, as meninas “rodam” com pouco mais de 15. E descobrem, nas palavras de J., que esse caminho é “rápido, mas nunca fácil”. Berçários e creches nas prisões O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, no fim do mês passado, uma lei que garante condições mínimas de assistência a mães presas e recém-nascidos. O texto determina que as penitenciárias femininas tenham berçários onde as mães possam cuidar e amamentar os filhos até, no mínimo, 6 meses depois do nascimento. A lei assegura ainda que haja acompanhamento médico pré-natal e pós-parto. Até então, as detentas ficavam com os bebês até os 4 meses de vida e depois davam para a família ou para abrigos, dependendo da situação.“Toda mulher tem direito de ser mãe e toda criança tem direito à convivência com essa mãe, ao carinho e ao afeto. Isso faz diferença na vida dos dois.”

Foi realizado um café da tarde para todas as internas.


Centenas de livros a Última Pedra foram doados


E outras tipos de doações


Finalizando com orações feita pelo grupo T-Amar.
 
Deus continue abençoando estas voluntárias: Diz o bispo Geraldo Vilhena.

quinta-feira, 15 de abril de 2021

Bispo Geraldo Vilhena (VISITAS # 2)

  Bispo Geraldo Vilhena (VISITAS # 2)


Visita é quando uma pessoa se desloca de seu ambiente natural, temporariamente, para encontrar outra pessoa, seja por obrigação ou por afeição ao próximo.


Por norma, as visitas costumam ser programadas e agendadas com antecipação, para que a pessoa que é visitada esteja preparada para receber o visitante.


Os nossos voluntários tem grande satisfação de visitar uma pessoa doente ou qualquer tipo de problemas. Diz o Bispo Geraldo Vilhena.









Que Deus abençoe a todos.