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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

A droga não perdoa ninguem.

A droga não perdoa ninguem.

modelo
Meu nome é J A S, sou brasileira e me mudei para a Espanha com três anos de idade. Desde pequena sempre fui muito magra, e como qualquer criança, eu tinha o sonho de ser modelo. O esporte sempre foi um dos meus maiores fortes: Atletismo, Basquete, Natação, além do Ballet.
Eu cresci como uma adolescente normal. Aos 18 anos, comecei a sair e busquei um relacionamento. Tive a minha primeira grande decepção e, por conta disso, tentei o suicídio usando medicamentos.
Iniciei a minha carreira como modelo em Sevilla. Aos 21 anos, experimentei o álcool, não era uma coisa que eu gostava muito, mas todos bebiam e pareciam passar bem, então “fui nessa onda”. Aí passei a fumar “shisha”, um cigarro árabe de vapor…
Me mudei para Madrid, a capital da Espanha, e continuei minha carreira de modelo em uma das melhores agências. Já estava com 23 anos, e neste período, percebi que “meu barco começava a afundar”: conheci as drogas, fui a festas VIP com celebridades, via as “minhas amizades” usando ecstasy, cocaína, LSD… As drogas eu ainda não havia provado, mas posso dizer que abusava do álcool, e muitas vezes tinha vontade de morrer. Horrível!
Com 24 anos, em um evento em Ibiza, provei o ecstasy. Pouco tempo depois, em uma discoteca, abusei das drogas e tive a minha primeira overdose.
A partir de então, comecei a frequentar festas de domingo a domingo. Até que em uma das ocasiões me ofereceram a cocaína. Eu cheirei a primeira linha, e daí foram umas 15 a 20 linhas do tamanho de um dedo…. essa noite foi horrível! Novamente suando, pensando que meu coração ia arrebentar, com febre, e o pior de tudo: ninguém estava comigo!
Por um período curto, voltei à casa dos meus pais em Valência. Eles não sabiam de nada, pois em casa eu “atuava’ como uma pessoa normal. Foi quando começaram as “viagens de prazer”, que eram, literalmente, prostituição. As viagens recomeçaram. De festa em festa, por inúmeros países: Moscou-Rússia, Seychelles-Ilhas abaixo da África, Mauricius-Ilhas no Oceano Índico, Capri e toda essa costa da Itália a gente fez em uma embarcação de luxo; Aspen e Denver-USA e Casablanca-Marrocos.
Tudo isso em festas com pessoas importantes de todo o mundo. Festas, orgias e noites intermináveis de cocaína, LSD, metanfetaminas, ecstasy, chá de cogumelos. Coisas que não gosto nem de lembrar.
Minha mãe começou a notar que alguma coisa não estava bem comigo e me falou sobre o Tratamento do bispo . Na verdade, eu pensava que era para levar o meu irmão, que tem problemas com os vícios. Na minha mente “eu não tinha problema, eu controlava”.
Mas ela falou: “Nada disso!!! Você irá ao Tratamento do bispo  nem que eu mesma tenha que levá-la!!!”
Tentava agir normal, mas estava acabada. Parecia que estava ficando louca. Tinha depressão, tristeza, amargura, medo e pânico cada vez que entrava em um avião.
Enquanto isso, minha mãe continuava assistindo ao programa do bispo na televisão.
As propostas de trabalho e viagens voltaram, mas eu já estava me sentindo praticamente morta com 26 anos. Meus “amigos” novamente apareceram… “Vamos para a Austrália, Miami, Londres…!” E assim foi até o dia 27 de dezembro do ano passado.
Era uma quinta à noite. Comprei o bilhete e vim ao Brasil. Olhei para a minha mãe e disse: “Não voltarei igual!”. Entretanto, quando cheguei à Reunião para a Cura dos Vícios, minhas pernas começaram a tremer e pensamentos vinham à mente: “Acho que não devo entrar, para que devo entrar? Já estou bem, não preciso.” Mesmo assim, permaneci.
Conversei com o bispo , e ele disse: “Juliana, seu trabalho não tem nada a ver. Drogas têm em todas as partes. Uma vez tirado o espírito do vício, você poderá estar perto dessas pessoas e, até mesmo, ajudá-las! Você vai arrebentar!”
Nesse mesmo domingo, durante o Tratamento, lá do fundo da catedral, eu quis gritar de emoção. Pude sentir que o processo da cura havia iniciado em mim. Tive nojo e náuseas quando o bispo apresentou a droga no Altar que um viciado havia acabado de entregar.
Após algumas semanas no Tratamento, posso dizer que hoje estou curada e feliz!
Só tenho palavras de agradecimento a Deus e à Universal. Agradeço também pela vida do bispo Macedo e pelo trabalho que ele tem levado mundo afora.
Daqui para frente tudo o que for possível eu farei para ajudar e colaborar com pessoas que passam o mesmo que eu passei.
Se não fosse por Deus e o Tratamento Para a Cura dos Vícios, com certeza não estaria aqui, neste momento, escrevendo estas palavras. Espero que venha servir para salvar muitas outras almas.
Hoje estou com minha vida entregue a Deus. Me batizei nas águas e sei que daqui para frente minha vida permanecerá livre de todo sofrimento que outrora fazia parte de mim.
J. A.S



Quando o exemplo se torna um problema

Filha de Demi Moore vive mesma experiência da mãe por causa do uso de drogas


Uma vida repleta de conforto e sonhos realizados não foi suficiente para evitar que a jovem Tallulah Willis, de 20 anos, escapasse da tumultuada cena hollywoodiana e dos problemas com álcool e drogas. Filha mais nova dos atores consagrados Bruce Willis e Demi Moore, ela foi internada em uma clínica de reabilitação no final de julho, depois de receber um ultimato dos pais.
Mas esta não é a primeira vez que Tallulah tem problemas causados pelo uso de entorpecentes. Ela já foi presa por consumir álcool antes da maioridade, aos 17 anos. A jovem declarou que sofre de um transtorno psicológico chamado dismorfofobia ou síndrome da distorção da imagem, caracterizado pela preocupação obsessiva com algum defeito mínimo ou mesmo inexistente na aparência física.
Além disso, questões familiares não faltaram. Em 2000, ela enfrentou o divórcio dos pais, que viveram juntos por 13 anos. Willis e Demi também são pais de Scout, de 23 anos, e de Rumer, de 26 anos. Em 2012, Tallulah acompanhou a internação da mãe por abuso de substâncias químicas. Um cenário familiar propício para desencadear problemas, como o consumo de bebidas e drogas, e prejuízos pessoais.
Quando Demi foi internada, a caçula deixou de ir à escola durante vários dias, pois se sentia envergonhada. Na ocasião, declarou à imprensa: “Claro que eu tenho problemas também. Olhe para a minha mãe”. É a prova de que lições de moral não bastam para educar os filhos. Os exemplos e as ações têm muito mais valor do que as palavras.

Palavras não bastam
De que adianta manter um discurso completamente diference da prática? Quando o assunto é educação, o que os pais fazem no dia a dia causa um impacto muito maior do que o que eles dizem. Os filhos são os espelhos dos pais e os exemplos são fundamentais para a formação do caráter e da personalidade ainda na infância e na adolescência. Você, que é mãe, seja sempre uma pessoa admirada pelos seus filhos. Você, que é filha, aprenda com a sua mãe tudo de melhor e mais íntegro que ela tem a oferecer.










O esporte traz alegria e descontração, foi pensando nisso que nesse último domingo, voluntários da IURD, realizaram um amistoso de futebol em Vila Maria, entre as equipes que jogaram, primeira equipe diretores x IURD, foi uma partida disputadíssima entre dribles e muitos gols fizeram a alegria dos adolescentes , primeira etapa jogou Diretores e IURD o placar ficou Diretores 7 A 1 para a IURD Cidade Ademar
O segundo time SOS Jesus todos uniformizados com a cor laranja contra os adolescentes da fase inicial todos com a cor verde, o placar ficou assim Adolescentes 10 A 4 para SOS Jesus.
O terceiro time funcionários da Vigilância X IURD o placar ficou assim Vigilância 5 A 4 para a IURD e os times que foram jogando time da muralha B x Amuleque, placar 7 A 3 e o grande campeão do dia foi a Vigilância que fez bonito e mostrou habilidade com a bola ganhou de 6 gols, o time dos diretores que também não ficou atrás ficou em segundo lugar com 4 gols.



Para a entrega da premiação esteve presente, o Pastor Geraldo Vilhena Coordenador de evangelização, nas unidades da Fundação Casa de São Paulo, e o Obreiro Laudelino fez uma oração pedindo a proteção de Deus por todos os presentes, e entregou para o Vice campeão medalhas, e para a vigilância um lindo troféu doado pelos voluntários da IURD.












E para alegria de todos após o amistoso foi servido um delicioso churrasco para todos os presentes.


sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

O flagelo da cocaína

O flagelo da cocaína





O flagelo da cocaínaUm levantamento feito pela Secretaria Estadual da Saúde, de São Paulo, aponta que o número de mulheres internadas por consumo de cocaína cresceu 91% no estado. A pesquisa considerou o número de internações na rede ligada ao Sistema Único de Saúde (SUS) de 2006 a 2008, quando as internações quase dobraram: aumentou de 365 para 696 no ano passado. Segundo Luizemir Lago, diretora do Centro de Referência de Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod), o salto nas internações reflete o aumento da oferta por tratamento. Por outro lado, segundo ela, “as mulheres estão sofrendo com o vício ainda mais jovens, o que compromete, em muito, sua capacidade de trabalho em um momento em que elas estão ainda em início da carreira profissional”. A boa notícia é que, se comparado há 10 anos, as mulheres estão procurando ajuda mais cedo. “Antes, elas chegavam em estado lastimável, com a saúde bastante comprometida pelo efeito da droga”, diz Luizemir. Embora o número de internações de mulheres tenha crescido, elas continuam minoria em comparação aos homens. “Dos consumidores da cocaína, 70% são do sexo masculino.”




Deus não fará o papel de mãe no seu lugar
Mães e filhas recebem orientações preciosas em palestra realizada em todo o Brasil








O ensinamento que dá título a essa matéria foi um dos temas da Palestra para mães e filhas, que reuniu, neste domingo (27), milhares de mulheres nas capitais de todo o Brasil. O evento, organizado pelo grupo Godllywood, trouxe uma direção especial para as mães que têm tido dificuldades para lidar com os seus filhos.


Na zona leste de São Paulo, o encontro foi conduzido pela palestrante Fátima Bassini, na Universal do Brás, que, entre outros pontos, tratou sobre o verdadeiro papel de uma mãe: “Não é porque você está buscando a Deus em favor dos seus filhos que Ele fará o papel de mãe no seu lugar. Deus conta com a sua colaboração, e além de confiar nEle é preciso que você pare de usar os métodos errados, tentando mudá-Lo de forma forçada.”


Durante a palestra, Fátima destacou alguns preceitos fundamentais para que esse papel seja bem desenvolvido por uma mãe.


“Pais, não irriteis vossos filhos, para que eles não fiquem desanimados.” Colossensses 3.21


Ao ler o versículo acima, a palestrante explicou que quando a mãe irrita o seu filho só o afasta ainda mais de sua influência. Estar mais presente na vida dele, ser menos crítica e fazer do seu lar um lugar onde ele deseje estar foram outras lições abordadas.





Houve também o momento em que mães e filhas puderam participar de uma oração especial. Foram chamadas à frente do altar aquelas que reconheciam que eram temperamentais e admitiam que estavam dificultando o convívio em casa. Ali deixaram as suas angústias e, como aprenderam, decidiram entregar seus filhos aos cuidados de Deus e passar a agir com um amor paciente.



Briga por dinheiro pode motivar o divórcio?
Veja o que fazer para que isso não aconteça







Existem vários fatores que podem decretar o fim de um relacionamento: mentiras, ciúmes, interferência das famílias do casal, problemas emocionais. Outro elemento que pode acabar com o casamento são as brigas relacionadas a assuntos financeiros.


E os casais que discutem sobre dinheiro estão mais propensos a se divorciar do que aqueles que têm como principal razão das brigas temas como sexo, crianças e sogros. Pelo menos é o que diz uma pesquisa recente divulgada no site do jornal britânico Daily Mail.


Quando se trata de relacionamento, o dinheiro realmente é algo importante, pois é o maior indicador de um divórcio. O estudo acompanhou 4,5 mil casais por vários anos e descobriu que o estresse causado pelas finanças lidera o topo da lista dos motivos de separação entre homens e mulheres.


A pesquisa mostra ainda que as desavenças sobre dinheiro são mais intensas e demoram mais do que quando o foco são outros tipos de argumentos.


Outra descoberta dos pesquisadores foi que este tipo de discussão desencadeia palavras mais duras. A conclusão se mostrou verdadeira independentemente da renda dos casais ou do nível de endividamento.


Como evitar?


Sobre o divórcio, o bispo Renato Cardoso afirma, em uma postagem em seu blog, que as pessoas costumam não enxergar a verdadeira causa do problema. “As pessoas hoje em dia estão casando só com o corpo. Às vezes, nem o corpo. Elas se casam, mas não se entregam. Não tem como um casamento funcionar assim. Não existe mágica para fazer um casamento funcionar. Além do amor, também é preciso dedicação, responsabilidade e respeito”, diz. 


O bispo considera que é preciso analisar friamente todas as atitudes, de ambas as partes, e ver onde é possível melhorar, antes que o relacionamento acabe. “Não existe varinha mágica. Sonhos não se realizam com mágica. Os sonhos se realizam com muito trabalho e dedicação”, conclui.





Mulher: Trabalhar ou cuidar dos filhos?
O que você precisa saber sobre essa relação








Desde os tempos mais remotos, as mães são as principais responsáveis pelos cuidados e pela educação dos filhos. Na sociedade atual, entretanto, uma grande parte das mulheres precisa trabalhar fora, estudar e, ainda assim, dar atenção à sua família. Alguns acreditam que essa necessidade de estar fora de casa por tanto tempo pode prejudicar a educação das crianças, mas não é isso que Harvard diz.


Uma pesquisa recente realizada pela Universidade de Harvard (EUA), uma das mais renomadas no mundo, mostra que filhos cujas mães trabalham fora de casa tendem a ser mais responsáveis e autônomos.


Esse estudo analisou os dados de mais de 50 mil pessoas, de 25 países, com idades entre 18 e 60 anos. O resultado também mostrou que meninas que cresceram com mães trabalhando para fora ganham mais do que aquelas que tiveram as mães dentro de casa durante toda a infância. Essa diferença salarial, nos Estados Unidos, chegou a 23%.


Já uma análise de 69 estudos anteriores sobre o tema, mostrou aos pesquisadores de Harvard que as mães que trabalham fora criam filhos com menores problemas de aprendizagem. Ou seja, esses alunos são mais bem-sucedidos nos estudos.


O mundo dentro de casa


Esses estudos, entretanto, não menosprezam a importância da mulher dentro de casa. Em geral, as crianças que obtêm mais sucesso, tanto na vida sentimental quanto na vida educacional, têm suporte de seus pais dentro de casa.


Por isso é importante saber equilibrar o mundo externo com o mundo familiar. Em entrevistas, a escritora Cristiane Cardoso afirma que é possível uma mulher ser bem-sucedida financeiramente e também na vida amorosa, desde que saiba encontrar o equilíbrio.


“O problema é que, normalmente, a mulher pensa que está priorizando o que é importante e, na verdade, está mesmo é priorizando o que não é”, afirma ela. “Daí realmente não consegue conciliar tudo de uma vez”.


Há muito tempo, estudos já apontam que trabalhar demais é prejudicial para si e para sua família. Uma pesquisa publicada no Journal of Management, por exemplo, revelou que os filhos de quem trabalha mais do que deveria têm mais chances de desenvolver depressão ou ansiedade do que filho de alcoólatras.


“Não é preciso deixar a família de lado para ser uma pessoa bem-sucedida, basta priorizar bem”, afirma Cristiane. “A dica é escolher as coisas na hora certa”.


Dicas simples podem fazer muita diferença: 
Não levar trabalho para casa; 
Não checar o e-mail o tempo todo; 
Tirar férias, folgas e fins de semana para se dedicar exclusivamente à família; 
Dar atenção aos estudos e aos momentos de lazer das crianças. 


Dessa maneira, é possível conciliar carreira e boa educação dos filhos. Para aperfeiçoar a relação que tem com seus filhos, vá até a Transformação Total de Pais e Filhos, que acontece todos os domingos no Templo de Salomão, às 18h.







Quando a pessoa ela realmente quer mudar de vida ela procura ajuda como fez este jovem ex-interno da Fundação Casa . Diz o Bispo Geraldo Vilhena.
















O grupo CALEBE de OSASCO, não para. Sempre trabalhando: Asilos,núcleos,atividades em geral.Diz o Bispo Geraldo Vilhena.














































































































Que Deus abençoe a todos.