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segunda-feira, 29 de agosto de 2016

5 mulheres diferentes em apenas 2 noites


5 mulheres diferentes em apenas 2 noites
O comportamento do campeão olímpico Usain Bolt é destaque nos noticiários de todo o mundo. Mas como evitar a tentação?


publicado em 27/08/2016 às 00:02.

Por Andre Batista / Imagens: Reprodução Daily Mail


 


A passagem do velocista Usain Bolt pelo Rio de Janeiro segue sendo notícia no mundo inteiro. Infelizmente, porém, as conquistas dentro das pistas de atletismo têm sido ofuscadas pelas conquistas fora delas.

Apesar de fazer história ganhando o tricampeonato olímpico nas provas de 100 metros, 200 metros e 400 metros com revezamento, o corredor deixou o Brasil antes da festa de encerramento dos Jogos. No mesmo dia, porém, fotos dele com a estudante Jady Duarte, de 20 anos, já tomavam conta dos noticiários. Segundo Jady, os dois passaram a madrugada de domingo (21) juntos, no quarto dele na Vila Olímpica. Além dela, Bolt também foi fotografado com outras duas garotas na mesma noite, em uma balada. Já em Londres (Inglaterra), para onde viajou após sair do Rio, o atleta foi fotografado, no dia seguinte, saindo de uma casa noturna com outras duas moças, seguindo com elas para o hotel em que estava hospedado.

Muitos diriam que, até aí, tudo normal, ainda mais para uma celebridade dos esportes como Bolt. O principal problema, no entanto, é que ele estaria de casamento marcado com a modelo jamaicana Kasi Bennett, com que namora há 2 anos.

O próprio Bolt declarou, há alguns meses, em entrevista ao jornal inglês The Telegraph, que para ele tem sido difícil manter a monogamia, já que, após a fama, muitas mulheres querem se aproximar dele o máximo possível. “É difícil ficar apenas com uma mulher, porque as garotas literalmente se jogam sobre você. É injusto com os caras. É difícil dizer não, se é que você me entende”, disse o atleta.

A carne é fraca?

 


A desculpa que Bolt e muitas pessoas dão para seguir sendo infiel no relacionamento amoroso é que “a carne é fraca”. Eles são incapazes de resistir ao charme de quem flerta. O fato é que todos nós estamos sujeitos à tentação, mas há como evitá-la.

“Quando se sai do ambiente de fé, se entra no ambiente da dúvida e, consequentemente, da tentação. Portanto, há que se vigiar e orar para não entrar no clima de tentação”, afirma o bispo Edir Macedo.

A própria Bíblia afirma que “não veio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que não vos deixará tentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o escape, para que a possais suportar” (1 Coríntios 10.13). Ou seja: a carne pode ser fraca, mas a fé é forte o suficiente para resistir. Para isso, basta exercitá-la.

Caso você esteja passando por uma situação semelhante à de Bolt, com a tentação “se jogando" sobre você, aprenda a resistir. Participe da Terapia do Amor, que acontece todas as quintas-feiras, na Universal, e saiba como.


UNIVERSAL a UNIVERSIDADE da fé realiza batismo e Santa Ceia na Fundação CASA.



Fundação Casa Vila Maria UI Paulista, recebeu nesta última quinta-feira voluntários da UNIVERSAL, que levaram uma noite toda especial, através do batismo nas Águas junto com a Santa Ceia, para realizar o batismo nas Águas esteve presente o Pastor Geraldo Vilhena Coordenador de Evangelização nas unidades da Fundação Casa de São Paulo, que fez orações de libertação, para que houvesse uma transformação na vida de cada adolescente, após a oração de libertação, houve um grande clamor pelo derramamento do Espírito Santo, no qual cada adolescente, buscou com todo fervor pelo novo nascimento, e houve uma imensa alegria da parte de cada adolescente. em seguida o Pastor Geraldo deu uma palavra sobre o significado da Santa Ceia, 1 coríntios 11,23,24,25,26,27,28, o trecho que mais chamou a atenção dos meninos, foi Examine-se, pois o homem a si mesmo, e assim coma deste pão e beba deste cálice, porque o que come e bebe indignamente, come e bebe para sua própria condenação não discernindo o corpo do SENHOR. E falou mais que através do pão e do suco de uva após apresentado os elementos para o Senhor Jesus fica abençoado, e é feito em memória do sacrifício dele na cruz do calvário. na medida que cada um participava houve uma alegria da parte de cada adolescente.
Em seguida os adolescentes foram encaminhados para cumprir as escrituras sagradas sobre o batismo nas águas, o Pastor Geraldo Vilhena explicou o significado sobre o batismo nas águas e sobre a importância do novo nascimento, de levar uma vida reta longe das más companhias e das drogas, e ao todo foram batizados sete jovens, para finalizar os funcionários agradeceram a nossa presença e relataram uma mudança após o trabalho que vem sendo realizado na Fundação Casa.


Que Deus abençoe estes jovens.

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

As marcas da prostituição que você não conhece

As marcas da prostituição que você não conhece

Apesar de roupas e maquiagens chamativas, uma vida sem brilho e sem cor. Por trás de um belo sorriso, muita tristeza. Histórias de meninas marcadas por “seus proprietários” revelam a solidão e o desejo de mudança

Sinais pelo corpo revelam marcas que distinguem mulheres. Uma escravidão psicológica e sexual faz com que garotas de programa sejam tratadas como propriedade. Recentemente, uma denúncia feita pelo canal de televisão norte-americano CNN revelou isso. Em corpos tatuados existem mais do que desenhos, símbolos ou nomes: são marcas que mostram o poder dos “proprietários”. 
Além do abuso emocional, essas tatuagens são um lembrete da violência, da opressão e dos perigos de uma atividade divulgada como atraente, mas que, na verdade, é triste, solitária e destrói vidas e famílias.
Assim, homens e mulheres caem na armadilha e usam a prostituição como fonte de traições e ilusões. Só que o que muitos não sabem é que são vítimas de um mundo sujo que busca apenas dinheiro. Por isso, a equipe da Folha Universal reuniu quatro mulheres para desvendar quais são as verdadeiras marcas da prostituição: Clara, Ana Júlia, Silvana e Andressa. Elas abriram o jogo e fizeram revelações sobre o que podemos chamar de “prostituição nua e crua”.
A realidade que apropaganda não mostra
Detestadas por muitas pessoas, elas carregam consigo histórias e traumas que ninguém vê, mas que em muitos casos são o pontapé inicial para entrar nesse meio. “Nesse sentido, a baixa autoestima, aliada aos sentimentos de rejeição, discriminação e a vivência da violência, facilita o envolvimento de jovens no contexto da exploração sexual comercial”, explica Mirian Lopes, sexóloga e psicóloga.
O abuso vivido na infância fez com que Clara buscasse na prostituição uma forma de se vingar. “Fui estuprada várias vezes, quando criança, por um parente e jurei vingança a todos os homens”, conta a jovem, que pediu para ter o nome verdadeiro trocado.
Ela também faz questão de alertar que o luxo na prostituição não existe e que grande parte da mídia ilude as pessoas, por meio de fotos e vídeos, para ganhar dinheiro em cima de quem entra nessa vida. “Na adolescência, passei a trabalhar em casas noturnas com cafetões. Homens comprometidos, famosos, políticos, pessoas ‘respeitadas’ pela sociedade me procuram. Só que eles têm uma face que poucos conhecem. É nojento”, revela.
Clara deixa claro que foi uma opção dela ser prostituta, mas que pagou e ainda paga um alto preço por isso. “Tirei agora um tempo para refletir sobre tudo isso. Estou há oito anos presa a essa atividade e pretendo parar. Carrego a marca da humilhação, mas ainda tenho o sonho de constituir uma família”, afirma.
Ter uma família também é o desejo de Ana Júlia, de 25 anos, garota de programa. A jovem, que decidiu se prostituir após o convite de uma amiga, argumenta que tem data para sair dessa vida. “Fiz meu primeiro programa com 16 anos porque queria pagar uma dívida do cartão de crédito. Desde então, se passaram nove anos de dificuldades e sofrimentos. Quero parar”.
Ana conta que teve que lidar com situações horríveis. “Uma vez um homem colocou uma arma na minha cabeça. Em outra ocasião, um rapaz bêbado me espancou. Já fui chutada em festas. Esses foram alguns dos muitos momentos ruins que me fizeram e me fazem querer desistir”, desabafa.
Tanto Clara como Ana afirmam que esse trabalho é um circulo vicioso e que, quanto mais dinheiro se ganha, mais se perde. “A vontade de ser rica me iludiu. Mas eu ainda acredito que exista um amor puro e quero encontrá-
lo”, salienta a jovem Ana.
Marcas que podem ser apagadas
A história de Silvana Angélica de Freitas, de 37 anos, (Foto ao lado) prova que é possível, sim, parar. Hoje ela é cabeleireira de um dos mais renomados salões de São Paulo, mas quem a conhece sabe que a trajetória dela não foi nada fácil. “Cresci em meio a muitas dificuldades financeiras e presenciei o vício do meu pai com a bebida. Vivia em busca de dinheiro para ajudar a minha família”.

Desempregada e em busca de oportunidades, ela se lembra que viu num jornal um anúncio de uma casa em busca de garotas para trabalhar. Até hoje ela se recorda do primeiro programa que fez, quando tinha 20 anos. “Eu me senti suja e ao mesmo tempo muito angustiada porque sabia que não era certo. Só que, em alguns dias, ganhei muito dinheiro – o que não ganhava em meses de trabalho. Isso me fez continuar”, confessa.
Ela relata que saiu com diversos cantores sertanejos e políticos. “Não posso revelar os nomes, para preservar a minha vida, mas posso afirmar que é um mundo sujo e no qual as pessoas mostram que não têm caráter nenhum. Teve uma ocasião em que quase fui estrangulada por um cliente alcoolizado”, comenta.
A cabeleireira escondeu a profissão da família por muitos anos, até que, aos 23 anos, decidiu parar. “Não queria mais me esconder. Pedi ajuda à minha família e ela me acolheu”, conta.
Sua irmã a levou para a Universal, onde ela descobriu que poderia ter uma nova chance. “No começo, foi difícil me desapegar da vida material, mas descobri que viver em paz era melhor do que ter dinheiro. Com o tempo, as orientações recebidas nas reuniões e com a minha decisão de mudar, consegui recomeçar”, diz.
Hoje, Silvana está casada e aprendeu a acreditar novamente no amor. “A fé que eu aprendi a ter em Deus me deu forças para ir atrás de uma nova vida. Fiz um curso de cabeleireira e hoje trabalho em um dos dez salões mais luxuosos do mundo”.
Ela diz que é possível apagar as marcas da prostituição, mas, para isso, é preciso dar o primeiro passo. “Você, que está nessa profissão, abandone tudo sem olhar para trás e busque ajuda em Deus. Não desista de você”, aconselha.
A modelo e apresentadora Andressa Urach, que também sentiu na pele as humilhações de uma vida de prostituição, afirma que não tem sido fácil para ela recomeçar longe dessa prática, mas garante que nunca mais voltará a ter a vida de antes. “As pessoas dizem que estou fazendo marketing, que voltarei a ser a mesma, mas só eu sei como está o meu coração agora: em paz! Eu sei muito bem o valor dessa fé que me transformou”, revela.

É essa fé que a faz superar as ofensas e desconfianças de quem não acredita na sua mudança. No mês passado, ela foi humilhada publicamente por um apresentador de TV quando dava detalhes do livro Morri para Viver. Ele a fez chorar ao vivo ao dizer que não há desculpas para quem se prostitui. “Eu aprendi a perdoar. Talvez muitos tenham o mesmo pensamento que ele, mas só quem viveu sabe o preço que se paga por essa escolha. O importante é quem eu sou hoje e só escrevi o meu livro para poder ajudar outras pessoas que passaram pelo que eu passei”, completa.
Andressa tem visitado presídios e instituições que abrigam crianças e jovens vítimas de violência sexual, para contar sua história e ajudar quem deseja mudar de vida. Muitas meninas, que estão no anonimato, sofrem muito, assim como a modelo, quando decidem sair da prostituição.
Por isso, para começar uma nova vida, é importante levar consigo a mensagem de Jesus: “Vá e não peques mais”. Não há rótulos que impeçam uma pessoa de reescrever sua história. Acredite em você e busque a felicidade verdadeira.






Voluntários da UNIVERSAL fazem homenagem as jovens internas da Fundação CASA








Toda comemoração é um ensinamento




Dia Internacional da Mulher na Fundação Casa Parada 

de Taipas.
Logo que chegamos, vimos certa mãe esperando o 
horário para visitar sua filha. Tanto amor 
incondicional que, de baixo de sol ou de chuva, 
ela viaja , a cada 15 dias, não deixando de vir à 
Fundação Casa Parada de Taipas, assim ela diz:
 “Ponho o rosto no chão a noite inteira e rezo
 por ela”. Não vejo a hora em que ela saia daqui. 
Em casa ela me faz muita falta.
Vinte e quatro voluntárias se deslocam dos seus 
lares e acompanham Rosana para levar uma palavra 
de fé, uma motivação e ensino, a quase 60 internas
 no regime socioeducativo.

Depois de tudo preparado é hora de recebê-las, 

8 grupos divididos para dar uma atenção
 exclusiva entre voluntárias e internas.
Foi proposta uma dinâmica de várias palavras: 
Perdão, família, felicidade, liberdade, amigo, 
mentira, traição, mágoa e Deus. Uma maneira de 
levá-las a pensar e expressar cada ação, de forma 
sincera, relatando momentos de suas vidas.
Umas extrovertidas, outras tímidas, mas todas 
participaram fazendo diversas colocações. Perdão:
 -Eu tenho muita facilidade de perdoar, tenho que 
aprender a perdoar a si mesmo".


Amiga: -É quase igual mãe, amigo só é amigo 

quando tudo vai bem, no momento ruim 
desaparecem. 
Felicidade: -Um momento de felicidade era 
quando, aos domingos, meu pai fazia churrasco, 
ficávamos na piscina até às 6 da tarde.
Mentira: -Se eu não tivesse mentido, eu não estaria 
presa, dizia a minha mãe que que ia para um lugar
 e saía para cometer delitos” finaliza.


Em todos os grupos diversas falas e terminando de conversar, as voluntárias explicam a importância de

 buscar um caminho saudável, com uma fé seguindo
 o caminho de Deus. Tudo pode acontecer, todos 
podem lhe abandonar, mas Ele sempre estará 
esperando uma decisão para transformar sua vida. 


Rosana fez uma oração, em seguida foi visitar 

mais 12 meninas que estavam cumprindo medidas disciplinares em outro ambiente, por algum 
deslize, não puderam se entrosar com o grupo.
Carlinda declamou uma poesia chamada presente , demonstrando o carinho pelo voluntariado da 
AMC, pois, nessa trajetória da qual participa, 
sempre levou seu sorriso, carinho , ensinamento que 
ali dedicou também às meninas da Fundação Casa.


Foram distribuídos ovos de chocolate, artigos de 

beleza para o salão, literaturas e lindas rosas 
vermelhas em comemoração ao dia Internacional da Mulher. Servimos um delicioso lanche acompanhado
 de refrigerantes, sucos e bolos.

Para muitos as internas dessas instituições são um
 caso perdido; para AMC dia 09 de Março é esperança, 
o erro existe, mas há uma forma de acertar, e enquanto 
nos derem credibilidade nada é impedimento.

            11 5641-3219       / 5644-5284

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

“Não há nada pior do que se deitar com um homem por dinheiro”

“Não há nada pior do que se deitar com um homem por dinheiro”

Conheça a história de Ana Paula, que reaprendeu a se amar






Ana Paula Aguiar Sousa, de 24 anos, comerciante, é carioca da gema. Trabalha duro a semana inteira, mas durante as folgas gosta mesmo é de aproveitar o dia e ir à praia. Filha de um relacionamento complicado, seu passado contrasta com seu presente. Ainda na adolescência, ouviu o pai dizer à mãe que ela seria prostituta, porque não recebia uma boa educação. Dito e feito, aos 15 anos, ela começou a vender o próprio corpo.

Contudo, no fundo, Ana Paula sofria com aquela vida. “Não existe nada pior do que se deitar com um homem por dinheiro”, afirma. Mesmo jovem, ela já colecionava pequenos casos amorosos, mas que apenas aumentavam sua dor e acentuavam sua solidão. “Não dava certo com ninguém. Gostei muito de um rapaz e pensei que ele me tiraria daquela vida, mas, ao contrário, para eu não me prostituir, praticávamos pequenos furtos. Da garupa da moto dele eu apontava a arma para as pessoas”, relembra.
As amizades também cavavam o buraco no qual a jovem se afundava. “Passei a frequentar bailes funks, onde conheci o álcool e o vício em drogas”, relembra. Aos olhos da sociedade, mais uma “piriguete” sem solução. Mas, aos olhos do pastor Alexandre Romero, de 30 anos, Ana Paula tinha potencial para se tornar uma mulher feliz e transformada. “A história dela é muito parecida com a minha. Eu também me iludi com o brilho encantador que o mundo oferece. Na época, percebi que a Ana Paula tinha um bom coração, por isso, conversei muito com ela”, relembra Romero, que nesse tempo ainda não era pastor.
Ana Paula começou a frequentar a Universal e aos poucos foi descobrindo seu potencial. “Me afastei de todos os relacionamentos do passado, porque entendi que era mais fácil eles me tirarem da vida que conquistei do que eu tentar mudá-los. Sei que Deus tem alguém especial reservado para mim”, pondera. Para Romero, Ana Paula não é apenas uma nova pessoa, mas uma peça essencial da engrenagem de fazer o bem: “Ela ajuda e cuida de outras moças que chegam na mesma situação em que um dia ela esteve.” conclui.



Uma maquete do Templo de Salomão feita pelos jovens internos da Fundação CASA  feita com dobraduras de jornais,








A Fundação Casa   também participa do Jejum de Daniel .Recebeu nesta última terça-feira voluntários da UNIVERSAL, que levaram uma noite toda especial. 



 Pastor Geraldo Vilhena Coordenador de Evangelização nas unidades da Fundação Casa de São Paulo, que fez orações de libertação, para que houvesse uma transformação na vida de cada adolescente, após a oração de libertação, houve um grande clamor pelo derramamento do Espírito Santo, no qual cada adolescente, buscou com todo fervor pelo novo nascimento.

em seguida o Pastor Geraldo Vilhena deu uma palavra sobre o significado da Santa Ceia, que através do pão e do suco de uva após apresentado os elementos para o Senhor Jesus fica abençoado, e é feito em memória do sacrifício dele na cruz cruz do calvário. na medida que cada um participava houve uma alegria da parte de cada adolescente, e algumas famílias também presentes participaram da Santa Ceia.






Houve a determinação do Batismo do Espírito Santo.


Em seguida os adolescentes foram encaminhados para cumprir as escrituras sagradas sobre o batismo nas águas, o Pastor Geraldo Vilhena explicou o significado sobre o batismo nas águas e sobre a importância do novo nascimento, de levar uma vida reta longe das más companhias, e ao todo foram batizados seis jovens, que aceitaram ao Senhor Jesus.


Já na saída um adolescente surpreendeu ao Pastor Geraldo Vilhena com uma maquete do Templo de Salomão que fez com dobraduras de jornais,

para finalizar os funcionários agradeceram a nossa presença e relataram uma mudança após o trabalho que vem sendo realizado pela Igreja Universal do Reino de Deus na Fundação Casa de São Paulo.