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segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Príncipe desencantado

Príncipe desencantado
 
Mais de 15 brasileiras são mortas por dia no País, segundo o Ipea



Um homem bonito, carinhoso e sempre disposto a fazer elogios e oferecer mimos. Aos 16 anos, Glaucia Santos acreditou que havia encontrado a pessoa de seus sonhos e não pensou duas vezes ao começar o namoro com o “príncipe encantado” que ela havia conhecido durante uma festa. O rapaz era cobiçado por outras moças e Glaucia se sentia feliz por ter sido a escolhida.


No auge da paixão, ela só tinha olhos para o namorado. Aos poucos, Glaucia foi se afastando de amigos e familiares para dedicar mais tempo ao amado. Presentes e carinhos faziam parte da rotina dos dois. O ciúme, também. “Ele começou a ir me buscar na porta do colégio e não gostava que eu conversasse com outros homens, até com primos. Também fui me afastando das minhas amigas. Eu achava que o ciúme era normal, pensava que ele iria mudar quando me conhecesse melhor”, relembra.


Para Glaucia, o ciúme significava uma “preocupação em perder a mulher amada”. À medida que passava mais tempo com o namorado, ela começou a perceber que o rapaz esboçava sinais de agressividade: “A primeira vez que ele me empurrou eu fiquei surpresa, mas ele me pediu desculpas e me encheu de beijos”. Aos poucos, o príncipe encantado virou monstro. “Comecei a dormir na casa dele e via algumas coisas erradas. Quando eu perguntava o que estava acontecendo, ele era agressivo, xingava, mandava eu calar a boca. Às vezes ele trancava a porta e não deixava eu ir embora, me obrigava a passar a noite lá”, diz, acrescentando que descobriu naquela época que ele era traficante de drogas.


As agressões verbais se transformaram em agressão física que deixavam marcas roxas pelo corpo da moça. A cada abuso, a autoestima de Glaucia diminuía um pouco mais e ela se via cada vez mais presa ao relacionamento. “Quando eu soube das atividades dele, quis terminar o namoro, mas ele me ameaçava e eu tinha medo”, relata. O relacionamento durou cerca de um ano e sete meses e só terminou após mais um episódio perverso. “Um dia, depois de uma briga, ele me violentou sexualmente na frente de outros homens e ainda me ameaçou dizendo que eles fariam o mesmo comigo”, finaliza.


Vida nova


 

Após finalmente conseguir fugir das agressões, Glaucia passou a ter “aversão” a homens. Foi nesse período que conheceu o atual marido, Rudnei Gomes. Ela morava em Guararema, no interior de São Paulo, e ele trabalhava na área de hotelaria da mesma cidade. “Eu estava caminhando na rua e a gente se viu. Entramos por acaso no mesmo comércio e conversamos um pouco. Começamos uma amizade e contei minha história. Ele frequentava a Universal e quis me ajudar a superar o trauma das agressões”, fala.


Os dois foram se conhecendo aos poucos. O caráter e o respeito que Rudnei demonstrava foram as características que mais chamaram a atenção de Glaucia. “Ele me respeitava muito. Quando decidimos começar a namorar, ele quis conhecer meus pais, foi algo totalmente diferente”, analisa. Hoje, eles estão casados há 14 anos e têm uma filha, Laura, de 12 anos. “Aprendi que amar é cuidar, respeitar o outro. Ciúme não é cuidado. A gente precisa conhecer muito bem a pessoa com quem está se relacionando, observar os sinais de violência. Aquela coisa que fere e que machuca não é legal. Não vale a pena insistir em um relacionamento assim”, finaliza.


Fim da violência


Glaucia passou pelo ciclo de violência experimentado por muitas brasileiras. O problema costuma começar com cenas de ciúme e discussões e às vezes só termina com a morte da mulher. Mais de 50 mil mulheres foram assassinadas no Brasil entre 2001 e 2011, segundo o estudo “Violência contra a Mulher: feminicídios no Brasil”, divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em 2013. A estimativa é que mais de 15 mulheres morram por dia vítimas de violência de gênero. A maioria das mortes ocorreu dentro de casa e foi praticada por companheiros.


Para quebrar esse ciclo, é fundamental que alguém faça uma denúncia. O alerta é da delegada de Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro Soraia Vaz de Sant’Ana. “A denúncia é um instrumento de cidadania, qualquer pessoa que saiba de casos de violência doméstica deve denunciar, como vizinhos, parentes, amigos e conhecidos. A vítima muitas vezes não denuncia por medo ou culpa, ela está numa relação de dependência emocional e/ou financeira com o agressor”, afirma.


A delegada, que já foi responsável por delegacias especializadas em atendimento à mulher, diz que o combate à violência deve envolver toda a sociedade. “A escola e a família devem estar comprometidas a criar uma cultura de respeito à mulher. Mães e pais precisam ensinar as crianças a respeitar as mulheres. Em muitos casos, os agressores viveram em lares violentos e viram a própria mãe sendo massacrada dentro de casa, esses homens cresceram acreditando que são donos da mulher”, analisa, acrescentando que muitos agressores devem passar por acompanhamento e tratamento psicológico.


Problema cultural




O Brasil tem a terceira melhor legislação do mundo no combate à violência doméstica, segundo as Nações Unidas. Criada em 2006, a Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340) aumentou as penas para agressores e determinou o encaminhamento das vítimas a programas e serviços de proteção e de assistência social. Hoje, todo ato praticado com violência doméstica e familiar contra a mulher é crime e não se permite mais a aplicação de penas brandas como multa e cesta básica. Ou seja, o agressor pode ir para a cadeia.


Na prática, entretanto, a Lei Maria da Penha enfrenta dificuldades para ser cumprida, como despreparo de alguns profissionais, falta de estrutura em alguns estados, medo, vergonha e falta de apoio de familiares. É o que explica Carlinda Tinôco Cis, coordenadora nacional do Raabe, grupo da Universal que oferece ajuda a mulheres vítimas de violência.


Carlinda destaca que o desrespeito às mulheres faz parte da cultura de muitos brasileiros. “A Lei Maria da Penha é completa, mas fica insuficiente quando o agressor se sente no direito de agir de forma livre. A mulher continua sendo perseguida e muitas chegam à morte. A nossa sociedade culturalmente ainda é machista, tem homens que não sabem que o que estão fazendo é crime. O homem que ama de verdade cuida, esse que bate em mulher não tem amor-próprio e muito menos pela esposa que está ao lado dele”, afirma.


Mulheres querem fim do silêncio



 

Ajudar mulheres que estão em risco: foi com esse objetivo que mais de 2 mil voluntárias do projeto Raabe ocuparam as ruas de várias cidades brasileiras, no último dia 25 de novembro. Idealizado pela escritora e apresentadora Cristiane Cardoso, o evento marcou o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Violência Contra a Mulher.


Com camiseta branca e panfleto na mão, cada voluntária tinha a tarefa de oferecer apoio e orientação a mulheres vítimas de violência doméstica e outros tipos de agressões. As pessoas atendidas receberam rosas vermelhas e foram convidadas a participar de uma reunião especial, marcada para 14 de dezembro em todas as Universal.


Em São Paulo, a data também marcou o encerramento de um ciclo de atividades que durou 16 dias. Nesse período, mais de 400 voluntárias do Raabe e do Godllywood percorreram ruas, pontos de ônibus, trens e comunidades alertando mulheres sobre a violência doméstica.


“O Projeto Raabe abraça a mulher e cuida dela até que ela possa caminhar com os próprios pés. Enquanto a gente não vê resultado, a gente não desiste, mesmo que a mulher caia muitas vezes. O Raabe é paciente e é ouvinte para cuidar”, explicou Carlinda, presente ao evento em São Paulo.



 

Além do apoio das voluntárias, o evento também contou com a presença de advogadas, conselheiras e assistentes sociais, que ofereceram aconselhamento gratuito nas tendas montadas pelo projeto. “Essa é uma oportunidade fundamental para que a gente possa levar informação às mulheres. Muitas vezes, elas ficam tão desorientadas que não sabem nem qual serviço procurar. Esse trabalho também é uma forma de reforçar a questão da autoestima, pois, uma vez que a mulher se empodera de seus direitos e recupera a autoestima, ela consegue sair da situação de violência”, relatou a assistente social Arlete Lima, que atuou na Praça da Sé, em São Paulo.


O evento também marcou o lançamento oficial do símbolo do Raabe, o laço vermelho, que pôde ser visto em botons pregados nas camisetas de todas as participantes. “Ele expressa a liberdade de sofrimentos, de traumas, de problemas familiares, é o recomeço”, concluiu Carlinda.


Promotora alerta para ignorância dos homens





Acostumada a acompanhar casos de violência doméstica, a promotora de Justiça Maria Gabriela Manssur percebeu que muitos homens voltavam a cometer o mesmo crime. Para tentar mudar essa situação, ela criou em Taboão da Serra (SP) o projeto-piloto Tempo de Despertar, um curso para homens agressores. O projeto tem apoio do Ministério Público de São Paulo e do Núcleo de Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Taboão da Serra. Maria Gabriela conversou com a Folha Universal após seminário promovido pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Seds) de São Paulo.


Folha Universal: Por que criar um curso voltado aos agressores?


Maria Gabriela: É uma nova visão. O trabalho com agressores é parte importante do combate à violência contra a mulher. Nosso objetivo é conscientizar esses homens, levá-los a fazer uma reflexão sobre os atos cometidos para que eles não voltem a praticá-los. A lei não anda sozinha, ela precisa estar de mãos dadas com a educação. Então, precisamos levar informação sobre os direitos da mulher para agressores e também para os jovens em geral. Em 2015, vamos ampliar o curso para outras cidades do Estado de São Paulo.


FU: O curso inclui palestras com psicólogos, delegados e policiais. O que é ensinado?


Maria Gabriela: Os encontros discutem o desrespeito às mulheres, a Lei Maria da Penha, os direitos da mulher, sexualidade, uso abusivo de álcool e drogas. Muitos nunca tinham ido a um psicólogo. Também procuramos entender se esse homem está em situação de vulnerabilidade e oferecemos ajuda aos que estão desempregados, os encaminhamos a cursos, para acompanhamento psicológico e ao tratamento de drogas e álcool.


FU: Qual foi a reação dos homens ?


Maria Gabriela: No início, alguns não gostaram, diziam que não eram criminosos. Mas 75% deles compareceram em todos os sete encontros e participaram dos debates. Tivemos resultados positivos, eles conseguiram se conscientizar sobre a necessidade de respeitar as escolhas da mulher, percebi uma mudança no comportamento deles. Espero que os homens possam despertar para uma nova vida com mais amor e sem violência.


Atenção, isso também é crime


Agressões físicas e sexuais são as ações mais conhecidas quando se trata de violência contra a mulher. Mas existem outras que podem levar agressores para a cadeia. Confira:


• perseguir e ameaçar a mulher


• xingar, insultar e agredir verbalmente


• difamar a mulher no trabalho dela ou em outros locais


• impedir a companheira de sair de casa ou de trabalhar


• esconder ou destruir documentos da mulher


• forçar a companheira a manter relação sexual – isso é estupro!


• destruir móveis da casa ou roupas e outros pertences da mulher


• obrigar a mulher a atos humilhantes


Fonte: Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006)









SÃO PAULO - Volutários da UNIVERSAL de todo o Brasil visitam, diariamente, unidades da Fundação Casa. Em São Paulo, cerca de 150 pessoas acompanham o pastor Geraldo Vilhena, – responsável pelo trabalho no Estado – nas reuniões realizadas nos locais. Segundo dados da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência (SEDH/PR), no Brasil, o número de menores infratores que cumpre pena aumentou em 28%, entre 2002 e 2006. Em média, há nove adolescentes em regime de internação para cada um em regime semi-aberto. São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará são os Estados com maior execução para este regimeom o objetivo de ajudar na reintegração desses jovens na sociedade, há 10 anos a IURD conta com a ajuda de voluntários de todas as áreas para a realização do trabalho espiritual.





Durante os encontros, os internos recebem uma palavra de fé e de esperança. “Nós oramos para que eles sejam libertos dos problemas espirituais e possam receber a presença de Deus”, diz o pastor Geraldo. Semanalmente, são distribuídos cerca de três mil exemplares da Folha Universal e mensalmente mil livros e duas mil revistas Plenitude, para que os adolescentes possam conhecer, de uma forma diversificada, a Palavra de Deus. O grupo também organiza palestras sobre drogas, saúde da mulher – nas unidades femininas –, higiene e educação, além de oferecer doações e amparo aos familiares dos internos. No mês passado, cerca de 200 famílias do Complexo do Brás receberam lanches, roupas, calçados e brinquedos. “Durantes esses eventos, procuramos conscientizar todos sobre a importância de resgatar os valores da família, da formação da criança e do adolescente para a nossa sociedade”, explicou o pastor, acrescentando uma palavra de fé aos que estão sofrendo por terem algum parente sendo escravizado pelo mundo do crime: “Disse o Senhor que se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a su terra”, finali














sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Ela estava desesperada para ser amada

Ela estava desesperada para ser amada

Mulher é brutalmente assassinada por homem que conheceu em site de encontros






A busca incessante de uma mulher pelo “grande amor” terminou em tragédia em Merseyside, nordeste da Inglaterra. Sharon Winters (foto), de 39 anos, conheceu Kevin Hawke, de 33, em um site de relacionamentos. Antes de completarem duas semanas após o 1º encontro, ele a assassinou brutalmente a facadas.
O assassinato aconteceu em julho de 2014, mas somente agora o irmão da vítima, Stephen Robinson, de 44 anos, decidiu falar com a imprensa, a fim de alertar as mulheres a serem cuidadosas em relações violentas e ao buscarem um “amor” em sites de encontros. “Ela tinha um coração solitário, que só queria um amor. Aquele animal (o assassino) caçava pessoas bondosas iguais a ela”, desabafou.
O “romance”
“Um dia, quando estávamos fazendo compras, eu percebi que Sharon estava com um brilho nos olhos, e então ela me disse que havia conhecido alguém online”, detalhou o irmão.
Sharon contou a ele que sentiu sua autoestima se elevar, por ter finalmente encontrado alguém.
“Ela me mostrou as mensagens entre eles e eu fiquei indignado. Eles falavam coisas obscenas e já haviam enviado fotos de partes íntimas. Eu reprovei e implorei que os dois se encontrassem somente em lugares públicos.”
Kevin não tinha residência física e viu o encontro amoroso como uma oportunidade de conquistar um lar. Depois do primeiro encontro, ele se mudou para a casa de Sharon e começou a exercer total controle sobre ela.
O crime
Stephen também contou detalhes de como a irmã sofreu mais de 90 ferimentos depois de ter sido atacada no fígado, baço, pulmão, coração e outros órgãos. O ataque selvagem teria começado após uma discussão entre o casal sobre o que assistir na televisão. O assassino havia bebido 30 copos de cerveja e uma garrafa de vodca ao longo do dia.
“Tudo o que ela queria era encontrar sua alma gêmea”
Stephen já havia implorado para a irmã terminar o relacionamento ao saber sobre o comportamento agressivo do namorado. Porém Sharon respondeu que estava “apenas desesperada para ser amada” e parou de falar com o irmão. Três dias depois, a polícia encontrou o corpo dela em seu próprio apartamento, em Liverpool. Stephen ficou sabendo da notícia ao ver a foto da irmã em um site de notícias local.
Sharon sofria de depressão e sentia dificuldades de aprendizagem. “Minha irmã sofreu bullying na infância e se sentia como alguém indigno de ser amado, sem valor algum.” Quando ela conheceu Kevin, um chefe de cozinha, ela acreditou que seria uma chance para o amor.
“Sharon era a mais educada e amorosa irmã. Tudo o que ela queria era encontrar a sua alma gêmea”, acrescentou o irmão.
Kevin foi condenado a 17 anos e meio de prisão após confessar ser o assassino de Sharon.
Outras “Sharons”
Quantas mulheres se identificam com essa história? Talvez não tenham decidido morar com alguém em apenas duas semanas, mas agem com ansiedade, sem se importarem em conhecer, verdadeiramente, seus parceiros.
São outras “Sharons” que estão “desesperadas para ser amadas”, a qualquer preço, sendo da maneira que for. Não pensam no futuro, mas são motivadas pela emoção, pelo que assistem em filmes, para finalmente entrar no “time dos comprometidos”.
E se um romance lhe custasse a própria vida? Será que esse é realmente o preço que você deseja pagar?


A UNIVERSAL leva a cura dos vícios na Fundação CASA

Nos últimos tempos em todo o universo, tem acontecido coisas espantosas como catástrofes naturais, guerras,doenças,fome e principalmente o avanço das drogas no meio da sociedade.
Quando nos falamos sobre drogas,  nos ficamos mais revoltados contra as forças do mal, pois é ele que é o responsável por qualquer tipo de vícios. Uma pessoa viciada, ela só pode se livrar desta maldição, com a fé sobrenatural. Ela pode até ficar em uma clínica fazendo terapia, tomando remédios mais meus amigos tudo temporário, este temporário pode durar até mais de dez anos em qualquer momento em uma emoção forte ela vai com certeza usar a maldita droga.
Meus amigos não tem outra saída se não se libertar deste espírito do vício através da fé no Senhor Jesus.



Foi o que aconteceu em um sábado a tarde em uma  unidade da Fundação CASA de São Paulo, voluntários da UNIVERSAL junto com o pastor Geraldo Vilhena,realizaram palestras e orações de libertação para curar os jovens internos da Fundação CASA do vício das drogas.





Esteve presente Amauri ex-traficante que se libertou em uma  corrente de fé na sexta-feira na UNIVERSAL, agora é palestrante e ajuda os jovens internos da Fundação CASA.

Um outro palestrante chamado Robson de Freitas, ex-usuário e ladrão de carro e motos também liberto em uma das reuniões da UNIVERSAL, ajuda os jovens internos com a sua história passada do crime e como foi a sua saída 


No final foi servido a todos refrigerantes, doces e sorvetes para todos.



A UNIVERSAL agradece a assessoria de imprensa  da Fundação CASA e Diretores da unidade vila Maria Paulista,  junto com os funcionários e abençoa a todos em nome do Senhor Jesus