Certa
feita,o pastor foi visitar um casal de sua igreja, pois eles se
queixavam de tudo, e pensavam em abandonar a fé. Depois da oração em
família e do jantar, assim que ele saiu, a esposa disse ao marido: “Eu
acho que o pastor roubou a nossa colher de ouro!”
Esse ocorrido a incomodou durante meses, sempre que iam aos cultos, o casal não via o pastor com bons olhos.
Sete
meses depois o casal continuava frio na fé e novamente convidaram o
pastor para mais uma visita. Incapaz de resistir, a mulher perguntou:
“Pastor, você roubou a nossa colher de ouro na visita passada?
Ele respondeu: “NÃO, E A DEIXEI DENTRO DA SUA BÍBLIA”
Grupo CALEBE BRASIL no Bloco de Osasco está em AÇÃO:Diz o Bispo Geraldo Vilhena
Há
pessoas que venceram problemas tão terríveis que nem conseguimos nos
imaginar em seu lugar. Suas histórias de superação inspiram e fortalecem
a muitos em seus desafios. A história de vida de Tery Gobanga é um
desses incríveis relatos. No início dos anos 2000, ela estava prestes a
se casar com Harry Olwande e morava em Nairóbi, capital do Quênia, na
África, onde atuava como missionária. Na madrugada do dia do casamento,
ela acompanhou uma amiga, que levaria as roupas do noivo, até um ponto
de ônibus. No caminho de volta, ela foi abordada por um homem que a
jogou no banco de trás de um veículo, onde haviam outros dois homens.
Lá, ela foi vítima de um estupro coletivo, além de sofrer outras
agressões, como um soco e uma facada no estômago. Acabou sendo jogada
para fora do carro, ainda em movimento. Estava a quilômetros de casa,
praticamente morta.
Foi
socorrida e levada às pressas para um hospital. “Quando eu não apareci
na igreja no horário marcado, meus pais entraram em pânico. As pessoas
saíram para me buscar. Boatos se espalharam. Alguns se perguntaram:
‘Será que ela mudou de ideia’”, contou à reportagem da BBC. Quando a
família foi avisada, correram para o hospital onde Tery ainda receberia
uma terrível notícia: o ferimento atingiu seu útero e ela não poderia
ter filhos.
Nos
meses seguintes, ela ainda enfrentaria vários exames para verificar se
havia contraído HIV, visitas à delegacia e a pressão da imprensa, que a
sufocava. Apesar disso, algo bom começava a surgir em seu caminho.
“Alguém leu minha história e pediu para se encontrar comigo. Seu nome
era Vip Ogolla, e ela havia sobrevivido a um estupro. Conversamos e fui
informada de que ela e seus amigos queriam me dar uma festa de casamento
de graça”, disse.
Sete meses depois do crime, em julho de 2005, ela subia ao altar(foto acima).
Mas não esperava que apenas um mês depois sofreria mais um baque da
vida. Numa noite fria, o casal acendeu um aquecedor à carvão e, algum
tempo depois, começaram a passar mal. Seu marido já havia desmaiado
quando ela conseguiu chamar por socorro. Ela também desmaiou e só
acordou no hospital onde recebeu a notícia: seu marido havia morrido por
envenenamento por monóxidos de carbono. “As pessoas pensavam que eu
estava amaldiçoada e impediam seus filhos de se aproximar de mim. ‘Há um
mau presságio sobre ela’, diziam. Em determinado momento, cheguei a
acreditar nisso”. Sua fé se abalou, sentia-se traída por Deus e por
todos ao redor. Decidiu que não se casaria de novo, pois temia passar
por mais uma perda.
O
tempo foi passando e aos poucos ela se reergueu. Entendeu que ficar
para baixo não traria a solução. “Lembrei que o dia tem 24 horas: ficar
trancada em casa com as cortinas fechadas é um desperdício de tempo.
Antes de você perceber, passaram-se semanas, meses e anos”, refletiu.
Ela acabou fazendo amizade com Tonny Gobanga, que a visitava
constantemente. Eles se aproximaram, iniciaram um relacionamento e ele
acabou pedindo-a em casamento. Ainda com medo, ela contou tudo que havia
passado e que não poderia ter filhos. Para sua surpresa, nada disso fez
com que ele desistisse do pedido. “'Crianças são um presente de Deus. E
se nós os tivermos, amém. Caso contrário, vou ter mais tempo para te
amar”, ele respondeu.
Após
essa declaração, ela decidiu dar mais uma chance ao amor e disse ‘sim’.
Eles ainda enfrentaram o preconceito dos pais do noivo que ainda
acreditavam que ela era amaldiçoada. Três anos depois do primeiro
casamento, novamente Terry subia ao altar. Apesar do medo, ela tomava a
atitude certa. Um ano depois ela receberia a notícia que mostraria o
milagre: estava grávida. “Tudo correu bem e nós tivemos uma menina, que
chamamos de Tehille. Quatro anos depois, tivemos outra, Towdah. Hoje, eu
e meu sogro temos um ótimo relacionamento”, afirma.
Seguindo em frente
Agora,
Tery comemora os resultados de sua perseverança: construiu uma família e
todo o sofrimento gerou aprendizados importantíssimos para ela e outras
pessoas, já que também montou uma ONG que ajuda sobreviventes de
estupro. “Perdoei meus agressores. Não foi fácil, mas percebi que não
valia a pena, minha fé me estimula a perdoar e não pagar o mal com o
mal, mas com o bem. Você tem de continuar em frente", ensina.
Apesar
de ter vivido momentos tenebrosos, ela não permitiu que o passado e as
experiências ruins determinassem seu futuro. Esta é a única reação que
traz a solução para os problemas: colocar a fé em prática, pensando:
‘Não tem problema, eu não vou deixar isso assim. Vou à luta, não vou
parar, vou começar agora a buscar maneiras para mudar isso’. “Bata de
frente com o problema, você não pode desistir de seus objetivos, nem
ficar sendo sentimental a cada dificuldade. Confiar em Deus é acreditar
que Ele vai à sua frente. Mas para isso você precisa seguir a diante”,
diz a escritora Cristiane Cardoso em seublog. O perdão, com certeza, também foi fundamental para que ela conseguisse confiar em Deus e vencer as dificuldades.
“... assim como Cristo vos perdoou, assim fazei vós também.”Colossenses 3:13
Você
tem se apegado ao que já passou e não consegue ir em frente? Compareça
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Grupo CALEBE BRASIL no Bloco de Osasco está em AÇÃO:Diz o Bispo Geraldo Vilhena.
Em depressão, atriz de famosas séries de tevê se suicida Lisa Lynn foi encontrada morta em um hotel no Peru, onde participaria de um desfile
publicado em 26/11/2016 às 00:30.
Por Rafaella Rizzo / Fotos: Reprodução - Thinkstock
Famosa
por atuar em várias séries de sucesso, como “Gossip girl”,
“Law&Order” e “Ugly Betty”, entre outras, a atriz norte-americana
Lisa Lynn, de 52 anos, foi encontrada morta, no dia 15 de novembro
último, num hotel no qual estava hospedada em Lima, capital do Peru,
onde desfilaria em um evento.
A polícia encontrou o corpo dentro
de um armário – ela teria se enforcado com uma saia. No local também
havia vários antidepressivos e duas cartas em que a atriz estaria
contando os motivos por que iria se matar e os seus problemas com a
própria imagem.
Escravos da aparência
Lisa era uma linda
mulher e tinha uma carreira de sucesso, algo que milhões de pessoas
dariam tudo para ter. Mas isso não foi o suficiente para impedir que ela
se achasse feia, sofresse de depressão por conta da sua visão sobre si
mesma e visse a morte como a única solução para o seu dilema.
“Enquanto
temos pensamentos errados sobre nós mesmos, nos limitamos, nos
escondemos e, consequentemente, não usamos a nossa força. Não se resolve
esse problema investindo no seu exterior. Por mais que todo mundo aí
fora diga que a sua autoestima se eleva ao se cuidar, a verdade é que
ela se eleva temporariamente, mas por dentro você ainda não se
resolveu”, afirma a escritora Cristiane Cardoso.
Infelizmente,
um belo exterior não pode influenciar o nosso interior. A realidade é
que o nosso interior é determinante para que tudo ao redor seja belo. E
isso não tem só a ver com a sua aparência física, mas com os seus
relacionamentos, família, saúde e trabalho. Quando estamos bem conosco
mesmos, não é difícil agir para que todo o resto fique bem.
Por
isso é necessário não se deixar levar pela opinião da mídia, pelos
padrões hollywoodianos (quase que inalcançáveis) e pelos críticos
maldosos de plantão. Não se compare com outras mulheres, afinal você é
única – o mesmo vale para os homens. Invista em si, no seu
relacionamento com Deus e consigo mesmo. Melhore no que é preciso e até
mude se for necessário (por você, e não para agradar a outros). Construa
um belo interior, seguro e confiante, e, aos poucos, ele refletirá no
seu exterior. “Se amar é conseguir transparecer o seu interior no seu
exterior”, conclui Cristiane.
Participe das reuniões da Universal e aprenda a desenvolver a beleza que está dentro de você. O restante é consequência. Clique aqui e encontre o templo mais próximo da sua
add comment0 Por Maiara Máximo / Fotos: Cedidas e Arquivo Pessoal
O Bispo Edir Macedo realizou suas primeiras pregações em um pequeno coreto, no bairro do Méier, subúrbio do Rio de Janeiro. A vontade de falar sobre um Deus Vivo que cura, liberta e transforma o fez renunciar a emprego e sonhos pessoais. De lá para cá, já são 40 anos espalhando a Palavra de Deus por todo o mundo.
Mas o trabalho que começou naquele pequeno coreto e depois passou a ser realizado em uma funerária também se estendeu por todos os Estados brasileiros com uma importante missão: ganhar muitas almas para o Reino de Deus.
Nessas quatro décadas, o trabalho se espalhou por todos os cantos do País. Seja em uma cidade grande, seja em uma pequena, em um bairro afastado ou central, certamente haverá uma Universal de portas abertas para acolher a todos, sem distinção.
Conheça, a seguir, histórias dos desafios e das dificuldades enfrentadas e das conquistas alcançadas no início da Universal em algumas regiões brasileiras. Quem conta os detalhes são os bispos Benedito Alves Costa, Francisco Decothé, Jorge Braz e Sidnei Marques.
Amazonas
Em fevereiro de 1988, em uma reunião com pastores no bairro da Abolição, no Rio de Janeiro, o Bispo Edir Macedo questionou quem teria disposição e fé para iniciar o trabalho da Universal no Estado do Amazonas, começando pela capital, Manaus.
Benedito Alves Costa, que era pastor, aceitou o desafio. “Eu falei que eu iria. E o Bispo, na mesma hora, ressaltou: ‘Você está com três crianças, lá é ilha.’ Eu falei: ‘não tem problema, vamos embora’. No dia seguinte, eu comprei a passagem no voo da Transbrasil para Manaus”.
Hoje, o bispo se recorda de quando deixou a esposa e os filhos no Rio de Janeiro para procurar um local para abrir a igreja. “Nessa ocasião, a Zona Franca de Manaus estava no auge e era difícil arranjar um local, mas conseguimos, com muita luta. Mas havia outro obstáculo: não tínhamos fiador. Eu liguei para o bispo Paulo Guimarães e perguntei se ele conhecia alguém que pudesse ser fiador. Ele me indicou uma pessoa que aceitou.”
A inauguração estava marcada e foi dividida em duas reuniões, às 15 horas e às 19 horas. Mas o local ainda não tinha cadeiras.
Alves poderia trazer os assentos do Rio de Janeiro, mas demoraria de duas a três semanas para chegar.
Foi quando decidiu ir ao centro de Manaus e entrar em uma loja de móveis de escritório. “Me apresentei para a gerente e disse que era pastor da Universal. Contei que iria inaugurar o trabalho na cidade e que gostaria de comprar algumas mesas e cadeiras. Pedi que ela confiasse em mim e prometi pagar. Disse que, se precisasse, eu assinaria uma duplicata ou promissória. Assinei, deixei meu documento. Eu tinha que inaugurar a igreja e Deus colocou aquela mulher para ajudar, para confiar em mim sem nem me conhecer.”
O número de fiéis cresceu rapidamente. No mesmo ano, foi preciso alugar outro espaço, pois as reuniões já contavam com a presença de mais de mil pessoas.
Depois de abrir a primeira Universal em Manaus, Alves levou a Palavra de Deus para outros lugares. Ele voltou para a capital do Amazonas 26 anos depois, como bispo e responsável pelo trabalho no local. “São tantas experiências que não temos nem palavras para contar a grandeza do nosso Deus. O próprio nome já diz: Igreja Universal do Reino de Deus. No lugar aonde Deus chega tem sempre uma multidão para todos nós”, finaliza.
Brasília
O trabalho em Brasília começou em 1987, quando o programa O Despertar da Fé começou a ser transmitido pela antiga TV Bandeirantes. Na época, o pastor Jorge Braz foi enviado para realizar o primeiro núcleo em Taguatinga, região administrativa do Distrito Federal. “Fui para Brasília em um caminhão Ford F250, de carroceria, e nele levei cadeiras dobráveis. Estava apenas com uma muda de roupa, pois acreditava que voltaria no mesmo dia para São Paulo”, conta.
O núcleo formado por ele reuniu cerca de 300 pessoas. Ao informar a quantidade para a direção da Universal em São Paulo, ele foi orientado a permanecer no local para abrir uma igreja. “Depois de duas semanas fazendo núcleo, consegui arrumar um lugar no centro de Taguatinga, na C8”, relembra.
O local alugado tinha sido um bar, que funcionava como prostíbulo à noite. Isso causou a revolta de muitas pessoas, que achavam absurdo uma igreja funcionar naquele espaço.
“O administrador da cidade à época queria fechar a igreja, alegando que ali era um setor de diversão”, afirma Jorge Braz, que hoje é bispo.
Ele diz que Deus sempre usa alguém para ajudar. Naquele período, uma senhora que frequentava a Universal pediu para que o pastor visitasse a patroa dela, que estava muito doente, com câncer. “Para minha surpresa, quando cheguei para realizar a oração e ungir aquela senhora, contei da dificuldade que estávamos passando. Ela era prima de uma pessoa importante na cidade e ligou na hora para essa pessoa, dizendo que frequentava a Universal e que a igreja não podia fechar”, recorda o bispo Jorge Braz.
Ele sabia das dificuldades que teria de enfrentar, pois o trabalho de evangelização naquele tempo era muito diferente, como ele conta. “Eu me lembro que fazíamos um programa na Rádio Capital e não tínhamos tanto retorno. Então, usávamos o próprio povo para fazer a propaganda boca a boca. Não tínhamos material impresso, não havia Folha Universal. A gente tinha só a pregação.”
Um dos momentos em que a Universal mais cresceu e trouxe multidões foi após a cura de uma mulher. “Uma senhora chegou com lepra, sua pele toda rachava. Os familiares andavam com toalhas, pois a pele dela expelia um líquido sujo e com mau cheiro. Todo mundo conhecia aquela senhora. Teríamos que provar que a nossa fé em Deus resolveria aquele problema. Em dois meses ela estava curada e limpa. A história se espalhou em Brasília e a Universal começou a encher de tal forma que não cabia mais ninguém.”
A partir desse crescimento, o bispo começou a realizar eventos ao ar livre, como o que aconteceu no Ginásio Serejinho, que comportava 5 mil pessoas. Depois disso, os eventos passaram a ser realizados no Serejão, o Estadio Elmo Serejo Freitas.
Só em 1991 é que foi inaugurada a primeira Universal em Brasília, pois as outras ficavam nas cidades-satélites. O próprio Bispo Edir Macedo realizou a inauguração. “Na época, ele fez o seguinte comentário: ‘‘Hoje não precisa acontecer nenhum milagre aqui, pois o maior milagre foi abrir esta igreja. Há 11 anos a gente tenta abrir uma igreja aqui no centro de Brasília”, rememora o bispo Jorge Braz.
Minas Gerais
Em 1981, o bispo Benedito Alves Costa era pastor da Universal no município de Juiz de Fora, em Minas Gerais. “Foi quando o Bispo Edir Macedo me chamou para abrir o trabalho em Belo Horizonte, na Avenida Dom Pedro II, no bairro Carlos Prates. O trabalho foi crescendo a cada dia, o povo foi chegando”, relembra.
Ele conta que logo procurou uma emissora de rádio e conseguiu emplacar um programa às 8 horas da manhã, de segunda-feira a sábado, na Rádio Grande BH. “Depois conseguimos o horário das 22 horas. O número de pessoas que passou a frequentar a Universal aumentava e logo Deus nos concedeu 30 minutos na TV Bandeirante, com o programa O Despertar da Fé. Os milagres chamavam atenção das pessoas que, a cada dia, levavam seus familiares e amigos.”
O bispo, que era pastor na ocasião, se lembra de uma família que participou da reunião de libertação e que lhe fez um desafio. “Seus membros falaram que se eu fosse ao hospital visitar o familiar doente e se ele fosse curado por Jesus, toda a família iria para a igreja. Eu aceitei o desafio e fui com a minha esposa ao hospital. Quando chegamos, os médicos não queriam nos deixar entrar. A mulher doente estava toda inchada, em estado terminal. Eu pedi para a minha esposa ungir a barriga da mulher enferma e nós oramos, com a certeza do milagre. No mesmo instante, ela suspirou e abriu os olhos. O familiar chamou a enfermeira e os médicos. Todos ficaram maravilhados”, afirma.
Todos os integrantes daquela família passaram a fazer parte da Universal.
Depois, ele abriu igrejas nas cidades de Montes Claros, Uberlândia, Governador Valadares, Teófilo Otoni e Sete Lagoas. Todas no Estado de Minas Gerais.
“Hoje vemos a Universal e todo o Estado com uma catedral com capacidade para mais de cinco mil pessoas sentadas. Foram anos de trabalho e de lutas que hoje são vistos por meio da vida de cada pessoa transformada”, finaliza o bispo Alves, que está na Universal há 40 anos e esteve no início da Obra em vários países e Estados brasileiros, inclusive no Amazonas.
Paraná
Hoje bispo, o jovem Sidnei Marques (na foto abaixo, ao lado da esposa Elizabeth Marques) chegou à Universal na década de 1980, quando o trabalho já havia sido iniciado pelo bispo Renato Maduro (in memoriam). “Até então, a igreja ainda não tinha um lugar definido na capital do Paraná, Curitiba. Por isso, o bispo Maduro fazia algumas concentrações de fé em São José dos Pinhais, no antigo Cinema São José, e também em Paranaguá”, conta.
Para o bispo Sidnei, que participou dessas primeiras reuniões, a Universal já dava os primeiros passos no Estado. “Não havia núcleos ou lugar específico, apenas chamávamos as pessoas na hora para uma oração de cura e libertação. Muitas vezes era em praças e até mesmo na casa de alguns membros”, relembra.
No final de 1980, a Universal teve seu primeiro endereço fixo em um barracão, localizado na rua Dr. Muricy, 67, no centro de Curitiba.
O bispo Sidnei teve a oportunidade de ver esse trabalho e participar dele como obreiro e pastor. “No começo, as dificuldades eram muitas. Após encontrar lugar para abrir a igreja, havia a preocupação com gastos fixos, como aluguel, água, luz e manutenção. Era a primeira sede no Paraná e algumas vezes passamos por situações difíceis e privações”, relata.
O trabalho evangelístico era realizado por pequenos grupos, que saíam de casa em casa, visitando os hospitais, fazendo encontros nas praças e distribuindo os folhetos. “Os folhetos começavam com as seguintes palavras ‘Sou um missionário vindo do Rio De Janeiro... Eu era assim e agora sou assim’. Havia uma foto dele de antes e outra atual, seguidas do seu testemunho”, relata.
Em 1986, Sidnei já cuidava da igreja na região de Vila Acordes, em Curitiba. “Na época, o bispo João Batista me deu a responsabilidade de levar um ônibus com os membros e obreiros ao Rio de Janeiro, para a Concentração no Maracanã e Maracanãzinho. Foi a primeira reunião a que eu assisti com o Bispo Edir Macedo e foi maravilhoso ver o brilho nos olhos de todos.”
Atualmente, o bispo Sidnei é o responsável pelo Estado do Paraná.
Pará
Quando o Bispo Francisco Decothé chegou ao Pará, em 1983, o Estado tinha apenas duas igrejas, que estavam abertas havia apenas seis meses. Naquele tempo, a evangelização era feita de porta em porta. “Alguns nos recebiam, mas outros jogavam pedras na igreja, faziam barulho com o som alto dos carros e até colocavam macumba na porta da igreja”, conta
O bispo Decothé recorda que a Universal era invadida por pessoas intolerantes, que quebravam bancos e insultavam os pastores. “Sofríamos muito com a perseguição, pois o povo já tinha suas crenças e era extremamente religioso.”
A situação mudou depois de um episódio marcante. “Eu estava fazendo a reunião quando entraram na igreja com um rapaz amarrado. Ele estava manifestado, tinha quebrado toda a casa e batido em toda a família. Ministramos a oração de libertação e expulsamos o mal que estava naquele corpo. A partir daí, muitos passaram a frequentar a igreja”, finaliza.
Aos domingos, em toda a Universal, bispos, pastores e obreiros clamam para que todos os presentes tenham um encontro com Deus. Se você tem chorado, mesmo que baixinho e sem que as pessoas saibam, se você está cativo por causa de um problema, não deixe de participar, desse dia especial. Veja o endereço da Universal mais próxima da sua casa.
Grupo CALEBE BRASIL no Bloco de Osasco está em AÇÃO:Diz o Bispo Geraldo Vilhena
Um
café da manhã especial Voluntárias visitam unidades da Fundação
CasaAgência Unipress/SPSÃO PAULO – Recentemente, voluntárias que fazem
parte da Associação das Mulheres Cristãs (AMC), instituição sem fins
lucrativos ligada à Igreja Universal do Reino de Deus, visitaram duas
unidades da Fundação Casa (Piratininga e Brás), em São Paulo, e, na
oportunidade, recepcionaram os familiares dos internos com um delicioso
café da manhã especial. À medida que chegavam para visitar os parentes,
deparavam-se com uma mesa repleta de frutas, sucos e outras guloseimas,
tudo preparado especialmente para eles. Segundo o pastor Geraldo Vilhena
– responsável pelo trabalho evangelístico nas unidades da Fundação Casa
em todo o estado de São Paulo –, presente no evento, juntamente com
alguns obreiros da UNIVERSAL, o gesto tem por objetivo colaborar com o
bem-estar dessas pessoas. “Em alguns casos, elas passam horas viajando,
sem comer absolutamente nada; foi pensando nelas que organizamos essa
recepção”, argumentou o pastor, destacando também que, além do café,
todos receberam uma oração especial, bem como uma palavra de fé e ânimo.
“Não
estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em
tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de
graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os
vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus.” (Filipenses
4.6-7)
A despeito do que a Bíblia ensina, é hábito do homem se
preocupar com o amanhã. A ansiedade e a angústia sobre o que pode
acontecer no futuro crescem a cada dia no mundo inteiro, sem que as
pessoas se atentem aos conselhos dados na Bíblia.
De acordo com a
Organização Mundial da Saúde (OMS), só no Brasil mais de 18 milhões de
pessoas sofrem com transtornos de ansiedade. Ligado a esse problema,
também está a depressão, geralmente sintomática da falta de esperança em
um futuro melhor (o próprio enfermo ou para a sociedade que o cerca).
No Brasil, ainda de acordo com a OMS, mais de 12 milhões de pessoas
sofrem com esse mal, o que representa 5,8 da população nacional.
Grave problema entre os estudantes
A
situação se agrava ainda mais quando se trata dos estudantes
brasileiros. Segundo pesquisa realizada pela Associação Nacional dos
Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), a
depressão chega a atingir 15% dos estudantes.
Esse alto número de
pessoas depressivas se deve, principalmente, pela pressão que os jovens
sofrem para serem bem-sucedidos profissionalmente. Se essa pressão já é
grande em países considerados potências mundiais, como Alemanha e
Japão, nos países em desenvolvimento, como o Brasil, a importância de
conseguir se posicionar bem no mercado de trabalho se torna ainda maior,
aumentando a ansiedade e a preocupação dos estudantes, resultando em
depressão, uma das doenças mais perigosas da atualidade.
Falta de confiança no futuro
Em
diversas passagens bíblicas, Deus orienta Seus seguidores a confiar
nEle, por meio da fé, sem qualquer tipo de ansiedade. É o que acontece
em Mateus 6.31-34, por exemplo:
“Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos, ou que beberemos, ou com que nos vestiremos?
Porque todas estas coisas os gentios procuram. Decerto vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas;
Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a Sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.
Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal.”
De acordo com o bispo Edir Macedo, caso essa fé bíblica fosse mantida pelas pessoas, a depressão não seria uma doença tão destrutiva em nossa sociedade.
“É
questão de inteligência, de lógica, não tem nada com religião. Tem a
ver com a fé. Fé significa vida. Fé e religião não se combinam. Muito
pelo contrário, são opostas entre si. Mas quando você usa a certeza,
quando você passa a acreditar em si mesma, em si mesmo e, sobretudo,
nAquele que prometeu, nAquele que disse ‘Eu sou contigo’, então, a coisa
começa a fluir. Flui na sua casa, no seu trabalho, na sua escola, flui
em todos os sentidos da sua vida”, destaca o bispo.
O bispo explica que a depressão é um sintoma da forte dúvida que domina a pessoa.
Quando ela não acredita ser capaz de ultrapassar os obstáculos impostos
pela vida, suas atitudes se paralisam. O mais importante nesses
momentos é eliminar o medo de avançar e despertar a fé, especialmente em
Deus, que é capaz de fazer o homem vencer qualquer problema.