quarta-feira, 2 de setembro de 2015

“Minha família nunca foi feliz no amor, e eu também não vou ser”

“Minha família nunca foi feliz no amor, e eu também não vou ser”

Saiba como foi a participação de Andressa Urach na Terapia do Amor e que lições preciosas para a vida amorosa você pode extrair da história dela

















Uma vida de escolhas erradas, em uma busca incansável por, simplesmente, ser amada. Assim poderia ser resumida a história de dor e sofrimento da repórter  Andressa Urach, de 27 anos, relatada em seu livro “Morri para viver”, lançado esta semana. Nesta quinta-feira (27), ela esteve na palestra da Terapia do Amor, no Templo de Salomão, contando um pouco das suas experiências – muitas delas não relatadas no livro – ao casal de palestrantes Renato e Cristiane Cardoso e para mais de 8 mil pessoas presentes.
Tendo que lidar com a rejeição desde cedo, a busca por carinho e atenção se tornou como um vício para ela. “Quando eu nasci, minha mãe tinha 14 anos e meu pai 27. Ele era descendente de alemães, e por eu ter nascido com o tom de pele mais escuro, ele achava que não era filha dele e me rejeitou. Eu buscava o amor desde criança, o da minha mãe, o do meu pai, dos meus amigos”, contou ela.
Andressa sofreu abuso por parte do avô de criação dos 6 aos 8 anos de idade, o que a fazia se sentir culpada e, com isso, tornou-se uma criança revoltada. Sentia-se feia por ser muito alta e magra. Mudava a cor dos cabelos, usava piercings para chamar atenção. Com 15 anos, se casou para sair de casa e ter a família que nunca tivera. Aos 17, engravidou. “Meu casamento durou enquanto eu morava com a minha sogra. No último ano de união, fomos morar em outra casa e o casamento acabou. Eu era muito chata, mal-humorada, ambiciosa. Achava que quando eu tivesse dinheiro seria feliz. Era extremamente vaidosa. Atenção, somente para o meu filho. Nunca achei que iria me separar, porque meu filho não passaria pelo que eu tinha passado. Mas o castelo desabou.”
Quando se viu sozinha para criar o filho e cheia de dívidas para pagar, Andressa recebeu uma proposta para se prostituir. Resistiu inicialmente, mas acabou se rendendo, pela “facilidade” de ter dinheiro. “Pensei assim: minha família nunca foi feliz no amor, e eu também não vou ser, então, vou me prostituir. Eu pensava que não estaria fazendo mal a ninguém, só a mim mesma. O que eu não entendia é que fazer ‘mal só para mim’ era fazer um grande mal.”
“Passei a me apaixonar por bandidos. Eles não sentiam vergonha de mim”

















Nesse período, Andressa só tinha duas perspectivas para a vida amorosa: “Ou eu achava que ia ser amante ou, se tivesse marido, eu tinha que aceitar ser traída.”
Porém, mesmo achando que não poderia ser feliz no amor, ela continuava sua busca desenfreada por ele. “Se alguém me dava um pouco de amor, eu já me apaixonava. Busquei a fama por pensar que iam me amar. O famoso todo mundo ama. Quando buscava a fama eu estava buscando o amor. Eu usava roupas curtas para chamar atenção, para ser elogiada”, conta, lembrando-se de um episódio em que se apaixonou por um empresário e foi rejeitada porque ele deixou claro que uma prostituta não combinava com o status dele. “Eu sabia que era vulgar e que um homem de negócios nunca me assumiria, então passei a me apaixonar por bandidos. Eles não sentiam vergonha de mim. Pensei que meu destino seria casar com um. Até já me via esposa de bandido e o visitando no presídio.”
O amor se busca dentro, e não fora
Diante do relato, Renato e Cristiane falaram a respeito de uma das verdades sobre a vida amorosa:o amor se busca dentro, e não fora.
“Aonde você for, você vai estar lá”, brincou Renato para chamar atenção das pessoas sobre o fato de que elas sempre estarão em sua própria companhia, mais do que com qualquer outra pessoa. “É impossível você se divorciar de você. Por isso, se vou sempre estar comigo, eu tenho que aprender a me relacionar comigo mesmo, a gostar de mim”, explicou.
Ele salientou que isso não acontecia com Andressa, e é assim com muitas pessoas. Elas não se gostam por várias razões, e é difícil gostar de quem não se gosta.
“A pessoa que não se ama vive em extremos, ou ela se deprecia ou deprecia os outros; ou não se cuida ou se cuida para os outros”, destacou Cristiane. 
“Quem não se valoriza sempre atrai o seu igual”, afirmou Renato, ressaltando que pessoas bem resolvidas não estão nem aí para o que pensam sobre ela. “Se elas têm a segurança de quem são com Deus e com elas mesmas, então, para que se preocupar com a opinião de terceiros a seu respeito?” E outro detalhe importante frisado por ele: “Quem se gosta é rápido em reconhecer seus erros, perdoar-se e seguir em frente.”
Mas como se amar?
“Só encontrei o amor quando encontrei a Deus”, disse Andressa. “Você passa a se amar quando você crê no amor de Deus por você. Por isso esse é o amor que vem da fé, porque você não precisa sentir para entender, você precisar crer”, ressaltou Cristiane.
A lógica é pensar da seguinte maneira: se Deus me amou tanto, a ponto de entregar o Seu único Filho por mim naquela cruz, quem sou eu para não me amar?
Quando se tem um encontro verdadeiro com Deus, o vazio é preenchido, você passar a se ver com outros olhos, através dos olhos de Deus. Os diálogos internos negativos são vencidos pelos positivos. “Deus não resolve apenas os seus problemas, Deus resolve você. Ele me resolveu”, destacou Andressa.
Se você também quer se resolver e alcançar a felicidade amorosa, participe, todas as quintas-feiras, das palestras da Terapia do Amor, em uma Universal mais próxima. No Templo de Salomão, as palestras acontecem em três horários: 10h, 15h e 20h, na Avenida Celso Garcia 605, Brás, região central da capital paulista.










Drogas é a pior doença, que está no meio da Sociedade diz a UNIVERSAL para os jovens internos da Fundação CASA.



 Neste último sábado aconteceu um grande evento na Fundação Casa de São Paulo, realizado pelos voluntários da UNIVERSAL.
Os voluntários mostraram fé e solidariedade para os internos e famílias desta unidade.

 Para dar início do evento, foi feita uma oração para os internos e famílias.

 Na oportunidade os internos da Fundação Casa, cantaram lindas músicas de louvores para todos os presentes.

Ao final da apresentação o Grupo de Teatro da Força Jovem da UNIVERSAL, apresentou uma peça que tem o nome LEILÃO DE UMA ALMA.

Em seguida o Bloco de Ajuda aos Dependentes Químicos, composto por pessoas que eram traficantes e viciados em drogas, que se libertaram na UNIVERSAL e agora são palestrantes voluntários que ajudam os internos e famílias com seus testemunhos.


Para encerrar o evento foram distribuído Bolos, sorvetes e refrigerantes para todos os presentes.




As mães receberam kit com CD e livro do Bispo Edir Macedo.



Que o Senhor Jesus abençoe todos os funcionários da Fundação Casa.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Como ser a melhor esposa?

Como ser a melhor esposa?

Conheça 8 qualidades essenciais para se tornar a mulher ideal para o seu marido







As mulheres têm o potencial necessário para ser a esposa perfeita. Não que não tenham defeitos – têm sim, muitos, assim como os homens –, mas possuem alguns dons e qualidades exclusivamente femininos, que, se trabalhados, aperfeiçoados e colocados em prática, trarão benefícios incontáveis para o relacionamento a dois, a ponto de o marido não ter dúvida de que tem a melhor esposa que poderia ter.
Conheça abaixo 8 dessas características que a melhor esposa tem:
Ela é bondosa – Preocupe-se em fazer para o seu esposo o que ele espera que faça, e não o que você gostaria de fazer. Sua preocupação deve ser atender a necessidade dele, ainda que não corresponda àquilo que você acha que ele precisa.  Independentemente de ele ser ou não bondoso com você, sua conduta não deve mudar.
Quando a mulher toma a iniciativa de mudar, influencia seu marido a também querer mudar. Veja algumas dicas:
Ponha-se no lugar dele e você saberá exatamente o que ele quer de você.
  • Se o que você vai dizer não for necessário ou vai magoá-lo, então, não diga.
  • Você não precisa ter sempre uma palavra para dizer, mas deve estar sempre pronta para ouvi-lo.
  • Nem sempre o que você gostaria que ele fizesse a você é o que ele gostaria que você fizesse por ele. Talvez a necessidade dele seja outra. Descubra-a.
Ela o aprecia – Esteja atenta às necessidades do seu esposo. Coloque-o no topo da lista de suas prioridades. Se ele lhe pediu algo, faça o quanto antes, isso fará com que ele se sinta especial. Cuide das coisas dele, mantenha suas roupas limpas e organizadas, faça a comida que ele gosta, se esforce para agradá-lo, pois, dessa forma, estará mostrando o quanto se importa com ele.  Vale lembrar que o seu esposo representa o Senhor Jesus. Você trataria o Senhor Jesus de qualquer maneira?
Ela é transparente –A mulher tem o péssimo hábito de esperar que o marido adivinhe o que ela está sentindo ou pensando. Se está triste, quer que ele tenha a sensibilidade de perceber; se está chateada, ele tem a obrigação de saber o motivo, afinal de contas, ele é o motivo. Não é mesmo? Contudo, é bom que saibam que os homens não são assim. Se quiser que ele saiba de algo a seu respeito, tem que dizer com todas as letras. Homens não entendem a linguagem corporal, essa habilidade é das mulheres. Ele realmente precisa ouvir de você o que exatamente quer dele.
Ela é flexível –Saia da rotina de vez em quando. Após um dia de trabalho, muitas tarefas esperam pela mulher em casa, mas que tal, de vez em quando, deixar uma delas de lado para fazer companhia ao marido, sentar-se com ele e ouvi-lo falar daquele assunto que ele tanto gosta mas você não costuma dar tanta importância? Surpreenda-o se interessando pelos interesses dele.
Ela é forte -  A força de uma boa esposa está na sua comunhão com Deus. Quando a mulher, diante das dificuldades, se mostra confiante e, ao invés de ficar se lamentando ou reclamando, procura meios para solucionar o problema e oferece seu apoio ao marido, ele se sente encorajado a lutar, suas forças são revigoradas e tem o estímulo necessário para seguir em frente. Se um homem tiver ao seu lado uma mulher forte e determinada, certamente vai tirar forças da fraqueza para se superar e, por fim, a fará se orgulhar dele. Mas vale destacar que a mulher se torna fraca quando deixa suas emoções guiá-la.
Ela se cuida –Invista em você.  Cuide de sua aparência e da sua saúde. Faça isso primeiro por você e depois pelo seu marido. Se quando solteira você cuidava da sua aparência, muito mais agora, que está casada, é que deve se cuidar. Seu marido sentirá orgulho de você e com certeza irá pensar duas vezes antes de sequer imaginar-se olhando para outra mulher.
Ela é batalhadora – Não faça corpo mole. Realize suas tarefas com empenho. Dê o seu melhor em casa, no trabalho. Não se acomode, saia da sua zona de conforto e arregace as mangas. Se você sabe que a casa precisa ser limpa, as roupas precisam ser lavadas e passadas e o almoço ser preparado, por que não começar logo? Planeje o seu dia para que, ao final dele, você tenha a agradável sensação de dever cumprido, em vez de sentir-se frustrada por não ter sequer feito as suas obrigações.
Ela é submissa –As feministas veem a submissão como fraqueza, mas na verdade a força da mulher está justamente aí. Porém não se trata da submissão cega, na qual a mulher é subjugada pelo homem e é feita de capacho dele. Não. A verdadeira submissão é aquela em que a mulher reconhece o marido como cabeça do lar e se coloca na posição de sua auxiliadora, permitindo a ele exercer o papel de líder, mas sempre se posicionando e expondo a sua opinião com sabedoria, sem desrespeitá-lo. Quando o homem se sente respeitado pela esposa, ele naturalmente tem prazer em agradá-la. Considere o seguinte: ele é a cabeça e você o corpo, e isso inclui o pescoço, que é o responsável tanto pelo sustento quanto pelos movimentos da cabeça. Captou a mensagem?




Jovens internos da Fundação CASA, recebem visita da sua família e também da UNIVERSAL, com um café da 
manhã.




Aos finais de semana, a rotina de muitas mães é a mesma; visitar o filho internado na Fundação Casa. Certamente, não foi o que elas planejaram para o futuro deles, mas muitas vezes, estar ali é o sinal de uma nova chance. Quantas mães, que perderam os filhos para o tráfico e a criminalidade, queriam ter a oportunidade de poder vê-los com vida, mesmo sendo atrás das grades.
Para alguns, a visita é um ponto de contato com o mundo lá fora, distante dos muros da construção antiga da Fundação. Para outros, revê-los é aumentar a dor da ferida que continua aberta. E isso é visto em cada olhar, no coração apertado de uma mãe que não sabe quando vai poder cobrir o filho novamente na cama quentinha... Esse foi o desabafo de uma mãe que prefere não se identificar; “Eu peço para não fecharem o portão, porque ele ainda não chegou ... aí, eu lembro que ele não tá mais com a gente”. Outra mãe não esconde a dor em dizer que os cuidados que oferecia ao filho na infância eram bem diferentes dos que ele recebe hoje internado – “tava com febre dava um remedinho, quando se machucava, ganhava um beijo e tudo passava ... E agora, quem cuida dele?”
Na maioria dos casos, essas mães não têm culpa de ter os filhos internados. Eles, influenciados por outras pessoas, trilharam o caminho sombrio do crime, mas são elas que pagam o preço, diga-se de passagem, alto demais.
Na longa fila de mães, uma gestante que concorda com a revista policial –procedimento feito aos visitantes para constatar se não trazem objetos proibidos aos presos - mas se sente humilhada ao ser expor com outras mães.
Para uma parte da sociedade, esses menores infratores não têm mais jeito.


E é na contramão que o grupo de Evangelização da Igreja Universal do Reino de Deus aposta na recuperação desses adolescentes. Os voluntários abrem mão do descanso do final de semana para confortar essas famílias. “Passeio” esse que não tem preço e já faz parte da rotina.
No último sábado, além de oferecer roupas e calçados às famílias, o grupo distribuiu marmitex com feijoada na saída das visitas. Motivo de grande alegria, já que o almoço é incerto em algumas dessas casas. Para o pastor Geraldo Vilhena, responsável pelo trabalho de Evangelização na Fundação Casa de São Paulo e os voluntários da IURD, nada mais gratificante do que estar na própria folga ajudando esses lares que não sabem o que é ter paz há muito tempo.



Que o Senhor Jesus abençoe a todos.